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Em congresso em SP, FEI apresenta serviços à indústria

Representantes do Instituto de Pesquisas e Estudos Industriais – IPEI do Centro Universitário da FEI  participarão do VIII Congresso da Micro e Pequena Indústria para apresentar a empresários os serviços prestados e a infraestrutura de laboratórios. O IPEI dispõe de três centros de pesquisas, que oferecem apoio nas áreas têxtil, mecânica e química. O evento, organizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp, será realizado em 10 de outubro, no Hotel Renaissance, em São Paulo.

“Essa participação é uma excelente oportunidade para promovermos os atributos do IPEI e da FEI junto a um público de interesse e abrir possibilidades de novas parcerias”, disse Vagner Bernal Barbeta, diretor do IPEI. Em novembro, grupo de empresários, organizado pela Fiesp, fará visita aos laboratórios da FEI e do IPEI.

Criado em 1975, o instituto promove cooperação tecnológica entre empresas, pesquisadores e governo e presta serviços, como calibração, laudos, ensaios, análises, otimização de produtos e processos, soluções tecnológicas e pesquisas.


Exército apresenta demanda de produtos e serviços em São Bernardo

Empresários interessados em fornecer produtos e serviços ao Exército Brasileiro podem se inscrever para evento que a prefeitura de São Bernardo do Campo-SP realizará em 24 de julho, na Universidade Metodista de São Paulo. As inscrições devem ser feitas pelo www.industriadefesaabc.com.br.

O encontro terá a participação do comandante logístico e general Marco Antônio de Farias e outros representantes do Exército, que farão palestras sobre os projetos estratégicos da instituição. Na ocasião, os participantes também terão a oportunidade de conhecer as necessidades dos militares em termos de produtos e serviços diretamente com os oficiais responsáveis pelo setor de compras.

Algumas das áreas que oferecem oportunidades de negócios para os empresários são: comunicações e eletrônica; equipamentos aeronáuticos; máquinas, equipamentos e materiais de engenharia; equipamentos e materiais médicos e hospitalares; alimentação e materiais de cozinha; munições e explosivos; fardamentos e equipamentos individuais e coletivos para acampamentos e combates; combustíveis e óleos lubrificantes; armamentos, inclusive armas não letais; e motomecanização – viaturas diversas, carrocerias especiais, reboques e autopeças.

Informações pelo: industria@saobernardo.sp.gov.br, (11) 4348-1000, ramal 2341, com Flávia; ou diretamente na Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo, Praça Samuel Sabatini, 50, 11º andar, no Centro.


Feimafe 2013: AMT apresenta tecnologias de manufatura dos EUA

Os 21 expositores do pavilhão da The Association For Manufacturing Technology – AMT (Associação Norte-Americana de Tecnologia de Manufatura) mostrarão produtos e serviços para diversas aplicações industriais, incluindo retificação, usinagem por jato de água, torneamento, fresamento, corte e conformação, voltados para os setores automotivo, aeroespacial, de óleo e gás, energia alternativa, eletrodomésticos e outros.

“Os fornecedores de tecnologias de manufatura dos Estados Unidos estão muito interessados em oferecer soluções às empresas brasileiras para que elas se tornem mais eficientes e globalmente competitivas”, disse Mario Winterstein, diretor de desenvolvimento de negócios da AMT. “Esse é um momento com grandes mudanças e crescimento para a economia e a indústria do Brasil e nós queremos desenvolver negócios que permitam a continuação do desenvolvimento e o sucesso da manufatura no País.”


Aprovada desoneração da folha de pagamento da indústria e serviços

A presidenta Dilma Rousseff sancionou a lei que desonera a folha de pagamento da indústria e de serviços. Com isso, empresas que contribuem com 20% da folha de pagamento ao Instituto Nacional do Seguro Social – INSS  passarão a pagar de 1% a 2%.

Apesar de os deputados federais terem incluído 33 setores no texto da Medida Provisória 582, que originalmente previa desoneração de 15 áreas, a presidenta vetou o incentivo a uma parte delas “por contrariedade ao interesse público”, conforme comunicado ao Congresso publicado juntamente com a sanção no Diário Oficial da União do último dia 3.

Na justificativa para o veto encaminhada ao Congresso, Dilma argumenta que “os dispositivos violam a Lei de Responsabilidade Fiscal ao prever desonerações sem apresentar as estimativas de impacto e as devidas compensações financeiras. O veto dessas novas desonerações implica o veto dos respectivos dispositivos de vigência”.

A nova lei também permite a depreciação de bens de capital para apuração do Imposto de Renda e institui o Regime Especial de Incentivo ao Desenvolvimento da Infraestrutura da Indústria de Fertilizantes. Além disso, altera a Lei 12.598, de 22 de março de 2012, quanto à abrangência do Regime Especial Tributário para a Indústria de Defesa. Também altera a incidência da contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins na comercialização da laranja e reduz o Imposto de Renda devido pelo prestador autônomo de transporte de carga.

Fonte: com informações da Agência Brasil.


PIB da indústria paulista cresce acima da média

De acordo com dados divulgados na última quinta-feira (21) pela Fundação Seade, enquanto a economia paulista cresceu 2,1% em janeiro na comparação com o mês anterior, a indústria de São Paulo expandiu 3,8%, reforçando as projeções otimistas do Governo Federal. Os dados mostram que todos os setores paulistas apresentaram crescimento: indústria (3,8%), agropecuária (2,4%) e serviços (2,0%).

Na comparação com o mesmo mês de 2012, a economia de São Paulo evoluiu 3,6%, impulsionada pela retomada da produção industrial (4,3%) e pelo crescimento dos serviços (2,7%) e agropecuária (6,9%). Os resultados revelam recuperação do PIB no acumulado de 12 meses, passando do 1,4% registrado em dezembro/2012 para 1,6% em janeiro/2013.

Oferecer estimativas de curto prazo da atividade econômica paulista é o objetivo da Fundação Seade, que vai disponibilizar mensalmente o Produto Interno Bruto – PIB do Estado de São Paulo. O indicador contribuirá para antecipar tendências econômicas nos planos estadual e nacional, visto que São Paulo representa um terço da economia brasileira.

Para acessar em detalhes as estimativas do PIB paulista, clique aqui.


Angra 3 terá empréstimo de R$ 3,8 bi para máquinas e serviços estrangeiros

A Usina Nuclear Angra 3 receberá financiamento da Caixa Econômica Federal no valor de R$ 3,8 bilhões para a compra de máquinas e equipamentos importados e a contratação de serviços estrangeiros. O empréstimo tem carência de cinco anos e prazo de amortização de 20 anos, com juros de 6,5% ao ano.

Angra 3 demandará investimentos diretos de R$ 10 bilhões, dos quais cerca de 75% dos gastos serão efetuados no Brasil. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES financiará R$ 6,1 bilhões.

Segundo a Eletronuclear, estatal responsável pela construção da usina, a potência será de 1.405 MW. As obras começaram em 2010 e a usina deverá entrar em operação em dezembro de 2015.

Fonte: com informações da Agência Brasil.


Manutenção – novas tecnologias evitam gastos desnecessários

“A evolução da microeletrônica, associada ao desenvolvimento de sistemas de sensoreamento cada vez mais sofisticados, possibilita o surgimento de equipamentos com alto grau de desempenho, que permitem análise mais assertiva, evitando gastos desnecessários com manutenção.” A frase de Evandro de Figueredo Neto, diretor nacional da Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos – Abraman, resume o estágio atual e as possibilidades da manutenção.

Segundo ele, já existem analisadores para ser acoplados a válvulas de controle, motores, turbinas e outros equipamentos que, em poucos segundos, fazem análise dos conjuntos, verificando a real necessidade de intervenção. “O surgimento desses dispositivos vem crescendo dia a dia e possibilita o desenvolvimento da manutenção preditiva, permitindo a otimização dos recursos de manutenção nas corporações”, informou.

Para o diretor, a grande preocupação no setor industrial é o investimento dos recursos de forma assertiva. “Realmente preciso reformar esse equipamento?, O que posso implementar na sua função original que permita maior ganho ou melhor desempenho?, Quanto isso custa?, E, principalmente, de quanto será o retorno? Essas questões precisam sempre ser analisadas para que os projetos de reformas ou melhorias possam efetivamente contribuir para a geração de riqueza nas organizações.”

Últimos dados
A Abraman estima que em 2012 os investimentos sejam de R$ 145 bilhões, o mesmo resultado de 2011 apontado na pesquisa Mapa da Manutenção, realizada pela entidade. Do total, as empresas devem gastar 33% com material, 31% com pessoal próprio e 27% com serviços contratados.

O valor de 2011 é 21% maior que o da última edição da enquete, de 2009, quando as empresas revelaram investimento de R$ 120 bilhões na área. Segundo a associação, esse crescimento está diretamente ligado ao aumento da produção e aos investimentos para evitar paradas não programadas e acidentes ambientais. O levantamento foi realizado com as maiores empresas do País, dos setores de papel e celulose, petróleo e gás, siderúrgico, saneamento, metalúrgico, petroquímico, têxtil, energia, transporte e automotivo.

Quando o tema é ativo físico, a última pesquisa Mapa da Manutenção revelou que, para 39% das companhias ouvidas, a idade média dos equipamentos e das instalações é de no máximo dez anos de utilização. Já 35,34% das empresas têm ativos entre 11 e 20 anos e 25,56% das indústrias possuem máquinas e plantas com idade superior a 21 anos, o que significa que requerem manutenção urgente para atender o rendimento esperado.

O estudo revelou que as empresas consultadas aplicaram 27,40% dos seus recursos na manutenção corretiva, 37,17% na manutenção preventiva e 18,51% na manutenção preditiva. A manutenção preventiva minimiza a necessidade de manutenção corretiva. Já a manutenção preditiva acompanha a vida útil das máquinas e dos equipamentos por meio de inspeções periódicas e medições que permitem observar o seu comportamento e prever o risco de quebra.

NEI Soluções reuniu 61 lançamentos que podem ajudar as equipes a exercer as atividades corretivas, preventivas e preditivas em máquinas e equipamentos, contribuindo para estender sua vida útil. Clique aqui para acessá-los.


TI Maior – R$ 500 milhões serão investidos para fomentar a indústria de softwares e serviços

Lançado no início da semana, o TI Maior, programa específico que prevê estimular o desenvolvimento do setor de software e Tecnologia da Informação – TI, está estruturado em cinco pilares: desenvolvimento econômico e social; posicionamento internacional; inovação e empreendedorismo; produção científica e tecnológica; e inovação e competitividade.

Dentre as ações previstas no TI Maior, estão: aceleração de empresas com base tecnológica, a consolidação de ecossistemas digitais, a preferência nas compras governamentais por softwares com tecnologia nacional, capacitação de jovens para atuar na área de TI e criação de centros de pesquisa.

“Queremos que a produção de softwares cresça no Brasil a uma taxa muito alta e que esse crescimento represente divisas para o País, geração de renda para as empresas e criação de postos de trabalho qualificado para os brasileiros. O software brasileiro deve fazer frente ao produzido no exterior”, afirma Marco Antonio Raupp, ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação.

A defasagem científica e tecnológica que separa o Brasil dos países mais desenvolvidos é um dos principais desafios do programa. “O setor de TI já tem 73 mil empresas no Brasil e faturou US$ 37 bilhões apenas em 2011, ou seja, nossa indústria é qualificada. O TI Maior chega para fomentar esse campo portador de inovação, acelerando os demais setores econômicos do País”, crê Virgilio Almeida, secretário de política de informática do MCTI.

Os recursos serão subvencionados pela Financiadora de Estudos e Projetos – Finep e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq.

Startups. Um dos principais motores do Programa TI Maior será o estímulo às startups (empresas nascentes do setor). As startups serão estruturadas por mentores e investidores, todos identificados com consultorias tecnológicas, institutos de pesquisa e incubadoras, parcerias com universidades, articulação com grandes empresas nacionais e internacionais e programas de acesso a compras públicas.

Áreas estratégicas. Doze setores foram definidos para integrar os núcleos de pesquisa nas diversas áreas do conhecimento e desenvolver softwares e soluções de alta complexidade e impacto econômico e social. São eles: educação, defesa e segurança cibernéticas, saúde, petróleo e gás, energia, aeroespacial/aeronáutico, grandes eventos esportivos, agricultura e meio ambiente, finanças, telecomunicações, mineração e tecnologias estratégicas (computação em nuvem, internet, jogos digitais, computação de alto desempenho e software livre).

Em 100% dos casos, o TI Maior visa estimular o desenvolvimento de projetos em institutos de pesquisa públicos e também privados. “O TI Maior vem para elevar o Brasil ao papel de potência mundial no setor. Caberá ao setor privado garantir a excelência no desenvolvimento de softwares e serviços”, destaca Antônio Gil, presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação – Brasscom.

Qualificação profissional. Em parceria com o Ministério da Educação – MEC e associações empresariais, o MCTI analisou o mercado de profissionais de TI no Brasil. O resultado desse diagnóstico é o “Brasil Mais TI Educação”, que visa construir uma única plataforma de relacionamento digital entre estudantes e profissionais do setor de TI, oferecendo intermediação de vagas, cursos básicos e avançados, geração de informação profissional, oferta de cursos gratuitos para comunidades e estudantes, atualização tecnológica e acompanhamento de programas governamentais de apoio à iniciativa, como por exemplo o Pronatec.

A ideia é capacitar 50 mil novos profissionais até 2014 e, até 2022, formar 900 mil novos profissionais necessários. Atualmente, o Brasil possui cerca de 1,2 milhão de profissionais de TI.


Especial Mecânica 2012 – cobertura diária

22, maio, 2012 Deixar um comentário

A Feira Internacional da Mecânica reúne duas mil marcas até 26 de maio, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. O evento, que contempla 25 setores, espera receber 105 mil visitantes interessados em avaliar as novidades em máquinas e equipamentos e as novas tecnologias que poderão ajudá-los a otimizar seus processos.

Para conhecer alguns dos lançamentos e as novidades desse megaevento, acompanhe a divulgação diária de notícias nas mídias de NEI Soluções.


Os critérios para estar entre os melhores fornecedores da Petrobras

Para reconhecer o empenho das empresas na melhoria da qualidade do fornecimento de bens e serviços, ,a Petrobras avalia anualmente o desempenho de cada credenciada e premia, em oito categorias, os três melhores fornecedores.

“A análise das concorrentes é realizada por um comitê julgador composto por empregados da companhia. Eles têm a missão de avaliar os melhores [fornecedores] considerando critérios préestabelecidos”, explica Reinaldo da Costa Silva, gerente de contratação de bens e serviços da unidade de operações de exploração e produção da Bacia de Campos (UO-BC).

Critérios. Para participar, as empresas precisam fazer parte do sistema integrado de gestão da Petrobras e ser cadastradas para prestar serviços e/ou fornecer bens para a companhia.

A área de bens está dividida em quatro categorias: Pequenas compras, Médias compras, Grandes compras e Contratos globais (fornecimento de longa duração). Competitividade (volume de transações comerciais com a Petrobras), desempenho na avaliação de entrega de material, atendimento e consultas aos clientes são alguns dos itens avaliados pelo comitê.

As outras quatro categorias pertencem aos fornecedores de serviços: Grandes contratos, Médios contratos, Pequenos contratos e Rodízio de fornecedores (serviços com valor até R$ 160 mil). Para concorrer nas três primeiras categorias, o fornecedor deve ter contrato ativo com a Petrobrás por, no mínimo, dez meses. Já na categoria Rodízio de fornecedores, concorrem somente as empresas que tenham prestado serviços, pelo menos, oito vezes para a companhia, em um período igual a ou maior que dez dias. Fazem parte dos critérios de avaliação a taxa de freqüência de acidentes sem e com afastamento, desempenho durante os contratos vigentes e a quantidade de multas recebidas.

Estão  impedidas de participar as empresas prestadoras de serviços com registros de acidentes com afastamento ou com seis ocorrências de acidentes sem afastamento ou com avaliações de desempenho regular, ruim, péssimo ou insuficiente. Igualmente impedidas as empresas com mais de duas multas em  contrato vigente,  fornecedores com Comunicação de Ocorrência de Divergência, empresas desatualizadas no Registro Local de Fornecedores,  sem o Certificado de Regularidade e Classificação Cadastral,  conveniadas ou com contratos de locação e de afretamento.

As vencedoras de 2011

Pequenas compras
1º lugar: Sermap Comércio e Serviços Ltda.
2º lugar: Diagonal Comércio e Serviços Ltda.
3º lugar: Indústria e Comércio Leal Ltda.

Médias compras
1º lugar: Decatron Automação e Tecnologia de Informação Ltda.
2º lugar: Liebherr Brasil Guindastes e Máquinas Operatrizes Ltda.
3º lugar: Gea do Brasil Intercambiadores Ltda.

Grandes compras
1º lugar: Cogumelo Indústria e Comércio Ltda.
2º lugar: Weg Equipamentos Elétricos Ltda.
3º lugar: Aselco Indústria, Comércio, Importação e Exportação de Instrumentação Ltda.

Contratos globais de longa duração
1º lugar: Gold Suprimentos de Informática Ltda.
2º lugar: Sotreq S.A.
3º lugar: Rolls-Royce Brasil Ltda.

Rodízio de fornecedores
1º lugar: Frank Mohn do Brasil Ltda.
2º lugar: Siemens Ltda.
3º lugar: Intersea Ambiental Comércio e Serviços Ltda.

Pequenos contratos
1º lugar: Conaut Controles Automáticos Ltda.
2º lugar: Transportadora Norte Fluminense de Macaé Ltda.
3º lugar: Seepil Serviços e Equipamentos Especiais para a Indústria A.P Ltda.

Médios contratos
1º lugar: VGK Engenharia e Comércio Ltda.
2º lugar: Irmãos Passaura S.A.
3º lugar: Edcontrol Serviços de Petróleo e Manutenção de Equipamentos Ltda.

Grandes contratos
1º lugar: Orion Serviços Marítimos Ltda.
2º lugar: Schahin Engenharia S.A.
3º lugar: Tecnitas do Brasil Assessoria Técnica e Peritagens Ltda.