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A revolução silenciosa da energia solar no Brasil

20, janeiro, 2013 Deixar um comentário

As fontes de energia tradicionalmente utilizadas são, em sua maioria, formas indiretas de energia solar. A utilização direta da radiação solar ganha na atual conjuntura mundial grande relevância, principalmente quando se projeta sua utilização como fonte de energia térmica para aquecimento de fluidos e ambientes e para a geração de potência mecânica ou elétrica.

No Brasil e no Estado de São Paulo, esses números chegam, respectivamente, a invejáveis 45,5% e 55,1% com tendência a aumentar a participação de renováveis em sua matriz energética. Nesses dois casos é evidente a importância da energia hidroelétrica e dos produtos provenientes da cana de açúcar.

Clique aqui para ler o artigo completo de Marco Antonio Mroz, presidente da Fundação Verde Herbert Daniel, presidente e secretário de Relações Internacionais do Partido Verde de São Paulo e ex-subsecretário de Energias Renováveis do Estado de São Paulo.


Parque da capital paulista terá usina de energia solar em 2013

Com o custo de R$ 13,3 milhões, uma pequena usina de energia solar será instalada no Parque Villa-Lobos, zona oeste de São Paulo, em julho de 2013 e entrará em funcionamento em dezembro. De acordo com José Aníbal, secretário de Energia de São Paulo, um dos principais diferenciais será o abastecimento direto da rede, sem o uso de transformador. “Tem muito uso de energia solar no Brasil para geração de calor e para esquentar água.”

Desenvolvido pela Companhia Energética de São Paulo – Cesp, o projeto contará com três mil placas de captação. Os painéis fazem parte das 18 propostas de empresas do setor elétrico aprovadas no ano passado pela Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel.

Em uma área de 10 mil m2 que será anexada ao parque, serão instalados 2.500 painéis solares para a criação da usina. O empreendimento, com capacidade de 500 quilowatts, ajudará os pesquisadores a formar uma base de dados sobre o potencial de irradiação e a produção desse tipo de energia na cidade.

Seis postes serão espalhados para o fornecimento de internet Wi-Fi a partir de eletricidade solar. Outros painéis serão instalados no local principal do parque e no prédio da administração, e placas de 5 x 2 m estarão no espaço de circulação para aproximar o público da energia renovável.

Fonte: com informações do Portal Brasil.


Dois eventos sobre energia começam em 30 de outubro em SP

A participação do Brasil no cenário mundial de energias renováveis será um dos temas apresentados no 7º Congresso Internacional de Bioenergia, que ocorrerá de 30 de outubro a 1º de novembro no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. A programação envolve palestras e apresentações de trabalhos técnicos e de banners de pesquisas.

A geração de energia a partir de fontes renováveis, como energia eólica, energia solar e biocombustíveis, também será abordada por especialistas. Outro tema discutido será a situação energética global, ministrado por José Goldemberg, professor do Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo.

Em paralelo será realizada a 5ª BioTech Fair – Feira Internacional de Tecnologia em Bioenergia e Biocombustível, que reunirá empresas ligadas à produção de máquinas, equipamentos e tecnologias voltadas a energias renováveis. Clique aqui para conhecer a programação dos eventos.

Consumo de energia na próxima década
Estudo divulgado pela Empresa de Pesquisa Energética do Ministério de Minas e Energia prevê crescimento do consumo de energia no País de cerca de 4,5% ao ano, pelos próximos dez anos. Segundo a pesquisa, a demanda deve passar dos 472 mil GWh consumidos em 2011 para 736 mil GWh em 2021. Entre os setores, a previsão é de que o comércio terá o maior aumento na demanda por energia na próxima década: 5,8% ao ano. Já o consumo do setor residencial deve crescer 4,5% e o do setor industrial, 4,4%.

Fonte: com informações da Agência Brasil.


Centro China – Brasil contemplará pesquisa sobre energia dos oceanos

As áreas de pesquisa do Centro China – Brasil de Mudança Climática e Tecnologias Inovadoras para Energia serão expandidas, passando a contemplar desenvolvimentos tecnológicos voltados para veículos elétricos, energia solar, planejamento energético e energia dos oceanos. Para formalizar essa ampliação, o ministro da Ciência e Tecnologia da República Popular da China, Wan Gang, visitou na semana passada a sede do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, conhecido como Coppe, localizado na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ele assinou documento de cooperação para ampliar as atividades do centro, mantido pelo Coppe e a Universidade de Tsinghua, com sede em Pequim.

Criado em janeiro de 2009, o centro, que também inclui projetos com colaboração de outras instituições de ensino superior chinesas, tem como objetivo conciliar produção de energia e preservação dos recursos naturais. Desde sua implantação, pesquisadores brasileiros e chineses desenvolvem projetos nas áreas de mudança climática, biocombustíveis, energia eólica, captura e armazenamento de carbono e produção de óleo e gás em águas profundas. O Coppe e a Universidade de Tsinghua mantêm intercâmbio de alunos e pesquisadores que atuam nas áreas contempladas pela parceria. Para saber mais sobre o centro, clique aqui.

 


Congresso em SP discute novas formas de energia

De 18 a 21 de setembro, no Memorial da América Latina, em São Paulo, será realizado o IV Congresso Brasileiro de Energia Solar durante a V Conferência Latino-Americana da International Solar Energy Society. Organizado pela Associação Brasileira de Energia Solar, o evento promoverá o intercâmbio de informações e experiências entre universidades, institutos de pesquisas, empresas, órgãos governamentais, agentes do setor elétrico e associações civis. O congresso será composto por palestras, apresentações de trabalhos técnicos e científicos, debates, cursos e workshop.

Entre os assuntos debatidos estarão aplicações térmicas da energia solar, aplicações da energia eólica para geração de eletricidade, sistemas fotovoltaicos e normas e proteções. Haverá ainda debates relacionados às políticas energéticas no Brasil e em outros países da América Latina. Para conhecer a programação e as informações sobre as inscrições, clique aqui.


Semikron investe no mercado de energias renováveis

A Semikron, empresa especializada em módulos de semicondutores de potência, passa por um processo de transformação em seu portfólio. Recentemente, a empresa anunciou o encerramento da linha de produção de semicondutores discretos, diodos axiais, diodos, tristores tipo rosca e pontes retificadoras de baixa potência produzidas no Brasil – por décadas sua principal linha de produtos. “Enviaremos em breve uma notificação técnica detalhada, bem como uma lista de referência para auxiliar os clientes nesse processo de transição“, explica Rivaldo Caram, gerente de vendas e marketing para a América Latina da Semikron. A previsão é encerrar a produção em junho de 2013.

Segundo Caram, o objetivo é aumentar a participação da empresa em mercados com maior exigência tecnológica e valor agregado, como os setores de energia eólica e solar.

O novo modelo de negócio prevê contratos de manufatura, prometendo uma série de vantagens às empresas que não possuem fábrica e/ou capacitação tecnológica. “A fabricação local, a partir das nossas instalações, possibilitará aos clientes atingir os índices mínimos exigidos de conteúdo nacional para desfrutar dos benefícios fiscais e logísticos”, diz Edelweis Ritt, presidente da Semikron para a América Latina.

A empresa investiu R$ 2 milhões em novos sistemas de testes e ensaios dedicados aos mercados de energia eólica e solar. “A expectativa é de que o Brasil seja o décimo maior produtor de energia eólica do mundo nos próximos três anos. Atualmente, de cada dois aerogeradores instalados no mundo, pelo menos um possui tecnologia Semikron embarcada. Queremos atingir essa marca também no Brasil”, planeja Edelweis, informando ainda que a linha de produção será inaugurada no próximo mês.


Brasil investiu US$ 8 bilhões em energia limpa, em 2011

O Brasil é líder mundial em capacidade instalada para a geração de energia por biomassa, totalizando 8.7 GW. O País também lidera o ranking mundial de produção de biodiesel. Considerando os últimos cinco anos, registramos a terceira maior taxa de crescimento no setor de energia renovável – aumento de 49%. E, em 2011, os US$ 8 bilhões – um aumento de 15% em relação a 2010 – investidos em energia limpa posicionaram o Brasil como o décimo maior investidor no mundo. As afirmações constam no documento “Who is Winning the Clean Energy Race”, elaborado pelo instituto americano PEW Environment Group.

Apesar de ter investido mais, o Brasil caiu quatro posições em relação a 2010, passando da sexta para a décima colocação. Os Estados Unidos voltaram ao primeiro lugar, posição ocupada pela China nos últimos três anos. Em 2011, os Estados Unidos investiram US$ 48 bilhões em energia limpa, enquanto a China desembolsou US$ 45,5 bilhões.

Mercado Global. No último ano, o investimento de US$ 263 bilhões em tecnologias para a geração de energia limpa foi recorde, representando um aumento de 6,5% frente a 2010. O setor de energia solar obteve o maior crescimento, com 44%, absorvendo US$ 128 bilhões em investimentos e respondendo por mais da metade da energia limpa produzida pelos países do G20, que, segundo o relatório, respondem por 95% dos investimentos no setor.

“O investimento em energias limpas, sem contar pesquisa e desenvolvimento, cresceu 600% desde 2004, com base nas políticas nacionais que criaram estabilidade no mercado”, disse a BBC Phyllis Cuttino, diretora do programa de energia limpa do PEW. “Portanto, esses fatos evidenciam o erro daqueles que categorizam o setor como uma indústria de nicho. Trata-se de um segmento que está crescendo e amadurecendo”, finaliza.

Para acessar o relatório completo, clique aqui.

Fonte: com informações de “O Estadão”.

Top 10 – investimentos em energia limpa, 2011 (em US$)


Plano Brasil Maior prevê apresentar agenda setorial de energia renovável em abril

Gerar condições, por meio de políticas públicas, para a instalação e o desenvolvimento da indústria na área de energia eólica e solar. Esse é um dos objetivos da agenda setorial de energia do Plano Brasil Maior – PBM para a cadeia de suprimentos em energias renováveis, apresentado pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial – ABDI no II Workshop Inovação para o Estabelecimento do Setor de Energia Solar Fotovoltaica no Brasil, que aconteceu nos dias 13 e 14 de março na Universidade Estadual de Campinas – Unicamp.

O primeiro passo para a criação da agenda é a elaboração do diagnóstico da cadeia. “Estamos reunindo informações sobre a dinâmica mundial do setor, tendências de mercado, regulação, financiamento, pesquisa, desenvolvimento e inovação, regimes especiais, compras governamentais, recursos naturais, investimentos estrangeiros, mercados potenciais, entre outros diversos fatores de impacto direto no setor”, diz Eduardo Tosta, especialista da ABDI.

Ainda segundo o especialista da ABDI, a construção da agenda acontece no âmbito do comitê executivo de energias renováveis, passando também pelo conselho de competitividade dessa cadeia – que reúne representantes das iniciativas pública e privada – ambos participantes diretos da articulação e formulação do PBM. Prevista para abril e baseada no PBM, a agenda indicará os desafios, diretrizes, objetivos, mapa estratégico, indicadores, metas, iniciativas, medidas e instrumentos que estão sendo planejados para o setor de energia renovável.

Plano Brasil Maior
Lançado em agosto de 2011, o projeto está dividido em ações transversais e setoriais. As transversais objetivam o aumento da eficiência produtiva da economia em geral, como: investimentos, inovação, comércio exterior, formação e qualificação profissional. Já as setoriais, definidas a partir de características, desafios e oportunidades dos principais setores produtivos, estão organizadas em cinco blocos, que ordenam a formulação e execução de programas e projetos estabelecidos. A cadeia de suprimento em energia renovável compõe um desses blocos. Para mais informações sobre o Plano Brasil Maior, acesse aqui.