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Novidades digitais da Dormer Pramet

Entre os resultados da fusão da Dormer com a Pramet, realizada em 2014, foram lançados recentemente o website da companhia em 15 idiomas (www.dormerpramet.com), que centraliza todas as informações referentes ao programa de ferramentas rotativas da Dormer e das linhas de ferramentas intercambiáveis da Pramet; e aplicativos gratuitos. Além disso, foram realizadas diversas atualizações nas mídias sociais da empresa.

“O programa de produtos rotativos da Dormer pode ser visualizado por meio de uma função de pesquisa dinâmica, que faz uso de várias caixas suspensas para tornar o processo da escolha mais prático e rápido”, disse Dario Furlato, responsável pelo projeto. “Disponibilizaremos esse recurso para a linha de ferramentas intercambiáveis da Pramet ainda neste semestre.”

Os aplicativos permitem acesso às informações sobre produtos, publicações e serviços de suporte técnico. O novo aplicativo Tool Box da Dormer é uma atualização da calculadora para diâmetro de rosca e possui uma linha de acessórios que auxilia nas tarefas gerais do escritório ou das fábricas. Dentre os novos recursos, destacam-se nível de bolha, decibelímetro, conversor de medidas, calculadora aperfeiçoada para diâmetro de rosca e várias opções de idioma. Todos os aplicativos podem ser baixados pelo iTunes em dispositivos iOS ou Google Play Store em Androids para uso em smartphones e tablets.

Para aplicativo de ferramentas rotativas, pesquise por: Dormer. Já para encontrar aplicativos com foco em ferramentas intercambiáveis, busque por: Pramet.

Enquanto isso, a Dormer Pramet atualizou suas contas de mídias sociais. O perfil da empresa traz mudanças no Facebook (www.facebook.com/DormerPrametSocial) e no Twitter (@DormerPramet), além do lançamento de um canal no YouTube. As páginas incluem vídeos, fotos, notícias e dicas semanais sobre usinagem.


Eletroeletrônica: setor deve receber R$ 28 bi de investimentos entre 2015 e 2018

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES estima investimento de R$ 28 bilhões no Complexo Eletrônico entre 2015 e 2018, o que representará crescimento real de 25,9% em relação ao montante aplicado de 2010 a 2013. O Complexo Eletrônico envolve a indústria eletroeletrônica, que engloba componentes eletrônicos, eletrônica de consumo, equipamentos eletrônicos e de comunicação, automação industrial e informática; e também a indústria de software e serviços de Tecnologia da Informação.

No total, os investimentos na economia brasileira devem exceder R$ 4,1 trilhões no período, segundo a pesquisa do banco, nomeada “Perspectivas do investimento 2015-2018 e panoramas setoriais”. Esse valor é 17% superior ao investido entre 2010 e 2013. A indústria deve receber R$ 909 bilhões, 18,5% a mais que no período anterior. No atual quadriênio os investimentos são mais intensivos em tecnologia e menos em capital, visando, inclusive, à pesquisa e ao desenvolvimento de novos produtos.

No mercado de equipamentos do Complexo Eletrônico, segundo o estudo, o valor agregado se concentra cada vez mais nos componentes estratégicos dos produtos, isto é, em chips (circuitos integrados) e displays, porém para explorar o mercado de microeletrônica e displays, os investimentos são grandiosos (bilhões de dólares) e a qualificação tecnológica é um desafio, com muitos riscos. Cada vez mais a eletroeletrônica se beneficia dos recursos da informática.

Informa o relatório que os chips concentram a “inteligência” dos produtos na medida em que vão se tornando mais integrados, reunindo em um único componente: microcontroladores, processadores de dados e imagens, sensores e memória, entre outros. Há poucos anos, essas atribuições eram distribuídas entre diversos componentes. Desse modo, concluiu o estudo, o valor agregado na cadeia de bens eletrônicos se concentra mais a cada dia nas empresas que projetam e fabricam chips.

Uma das tendências dos chips é a miniaturização, a fim de permitir que a eletrônica esteja embarcada em todos os itens, incluindo eletrodomésticos e roupas, seguindo a tendência da Internet das Coisas. Além do tamanho, evoluem para utilizar cada vez menos energia, pois um dos grandes desafios para a expansão da eletrônica está em como carregar tantos dispositivos diferentes com chips embarcados. Há também a tendência de uso de novos materiais em chips e displays e formas de fabricação, saindo do modelo-padrão da utilização do silício e processos de difusão e deposição de gases em salas limpas e direcionando-se para a eletrônica orgânica, isso é, com base no carbono, cujos processos fabris associados exigem menor investimento em capital, o que pode mudar o padrão de concorrência no futuro, informa a pesquisa do BNDES

No futuro breve, a eletroeletrônica se beneficiará também da Indústria 4.0 (entre os conceitos estão o uso intensivo de robôs e o fluxo de dados proporcionado pela conectividade de pessoas e coisas), que proporcionará a criação de cadeias de suprimento mais flexíveis, adaptáveis e capazes de produzir produtos customizados em massa, tendendo a trazer a manufatura novamente para locais mais próximos aos mercados consumidores, impactando a divisão de trabalho da economia mundial, conforme consta no relatório.

Para esse novo cenário, lembra o estudo, a infraestrutura deverá ser capaz de armazenar (cloud computing), processar (alto desempenho computacional) e comunicar (ultrabanda larga) elevada quantidade de dados, disponibilizando-os em todo lugar (celulares, tablets, carros, eletrodomésticos, robôs, sensores) e por qualquer meio (redes de satélites, fibra óptica, sem fio e metálicas cabeadas). Um volume de dados da ordem de terabits exigirá o desenvolvimento de novos sistemas computacionais, elementos de rede, meios de comunicação (intenso uso da fotônica), elementos de armazenamento de dados e computadores com alto paralelismo e poder de processamento.

Na pesquisa do banco consta a afirmação de que o Complexo Eletrônico tem sido recorrentemente um dos focos estratégicos de políticas de desenvolvimento econômico nacional. Iniciativas atuais de destaque são o Plano TI Maior e a Portaria 950 do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, que aumenta os benefícios fiscais da Lei de Informática para os produtos que, além de fabricados no Brasil, forem desenvolvidos localmente.

Cada vez mais a informática está associada à indústria eletroeletrônica. Já fazendo uso ou não da informática, há 60 novos produtos de eletroeletrônica para otimizar seus processos na seção de Eletroeletrônica no NEI.com.br.

E muito mais novidades você encontrará nas próximas edições da Revista e no site NEI, já que a Central de Geração de Conteúdo de NEI Soluções visitará neste mês a 28ª FIEE – Feira Internacional da Indústria Elétrica, Eletrônica, Energia e Automação, entre os dias 23 e 27, no Anhembi, em São Paulo – SP, para levar a você as informações técnicas dos lançamentos do setor. São cerca de 700 expositores nacionais e internacionais, representando mais de 1.400 marcas, que apresentarão suas novidades para um público esperado de 60 mil compradores.

Uma das novidades da feira é a setorização com sinalização diferenciada para os quatro setores macro (equipamentos industriais, eletrônica, automação e energia). As outras são: Ilhas Temáticas, apresentação prática das tecnologias em espaços reservados em cada setor; showroom de lançamentos na entrada da feira; e workshops gratuitos em pequenos auditórios para mostra de produtos/serviços. Para completar as atrações, nos mesmos dias em que ocorrerá a FIEE, a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica – Abinee realizará no hotel Holiday Inn Parque Anhembi, o Abinee TEC 2015 – Fórum de Sustentabilidade, Energias Alternativas e Eficiência Energética. Serão abordados os temas: aperfeiçoamento do setor elétrico brasileiro, eficiência energética e segurança das instalações, Lei de Informática, inovação, startups, sustentabilidade e futuro das micros, pequenas e médias empresas no Brasil.

Projeções econômicas para 2015

Dada a necessidade de ajustes na economia do País, para 2015 o setor não projeta aumentos significativos nos negócios, segundo a Abinee. O faturamento deverá apresentar crescimento nominal de cerca de 2% em relação a 2014, somando R$ 163 milhões, sendo modesto em todas as áreas.

As importações deverão ficar no mesmo patamar de 2014, atingindo US$ 41,9 bilhões, influenciadas pela estabilidade esperada para o mercado interno. Por sua vez, as exportações deverão ficar 1% abaixo das realizadas em 2014, registrando US$ 6,6 bilhões. Os investimentos do setor em 2015 ficarão 2% acima em relação aos de 2014, de R$ 4 bilhões, e o número de empregados permanecerá em 175 mil.

Projeção para var. % do faturamento nominal do setor

2015 x 2014

Áreas                                          Var %

  • Automação Industrial                                           6%
  • Componentes Elétricos e Eletrônicos             5%
  • Equipamentos Industriais                                   6%
  • GTD                                                                              -4%
  • Informática                                                                0%
  • Material Elétrico de Instalação                         6%
  • Telecomunicações                                                  4%
  • Utilidades Domésticas                                           2%
  • Total                                                                              2%

NEI e Mecânica juntas para o crescimento da indústria nacional

1959
Enquanto a Revista NEI era editada nos Estados Unidos pela Thomas Publishing Company (desde 1933), chegando ao Brasil na década de 1970, Caio de Alcantara Machado com patrocínio do Sindicato da Indústria de Máquinas do Estado de São Paulo, promoveu a primeira edição do evento, chamado de Feira Mecânica Nacional – FMN, de 14 a 29 de novembro de 1959, no Parque Ibirapuera. Reuniu em 20 mil m2 cerca de 220 expositores nacionais, sendo 50 de máquinas operatrizes, e 200 visitantes em geral. O discurso de abertura do general Stênio Caio de Albuquerque, comandante do II Exército, representando do presidente da República, abordou a expansão do setor industrial, a oferta de subsídios para equipar o Nordeste e as possibilidades de atingir o mercado latino-americano. Entre os destaques do evento, estava o torno de 10 m de comprimento da Promeca. Na ocasião, ocorreu a 3ª Exposição Paulista de Inventores.

1974
Pouco antes da 10ª FMN, em março, foi lançada a Revista NEI no Brasil, já antecipando na edição de junho de 1974 produtos que foram apresentados na FMN. A primeira Revista do mercado industrial, gratuita e interativa (cartão resposta), que começou com tiragem de 25 mil exemplares (hoje mais de 68 mil), nasceu na época em que havia incentivo à indústria local, surgindo necessidade de divulgar os produtos e aproximar vendedores e compradores. Naquele ano, a FMN, já bianual desde 1966, foi realizada de 12 a 21 de junho (duração reduzida para dez dias em 1972), no Anhembi (local desde 1972) pela sexta vez com a 6ª Feira da Indústria Eletroeletrônica – FEE (origem da FIEE). Totalizou 268 expositores e 45 países compradores – o número de participações internacionais crescia a cada edição.

1994
Dois anos após a primeira Revista NEI Top Five, que reunia os resultados da Pesquisa de Preferência de Marca (lançada em 1981), o evento, em sua 20ª edição, teve seu nome alterado para Feira Internacional da Mecânica (originou a Feimafe em 1989 e Feiplastic em 1987, antiga Brasilplast), sendo realizado em seis dias. De 21 a 26 de março, reuniu 1.284 expositores, sendo 612 internacionais (dobro da edição anterior), e 132.500 visitantes nacionais e 1.238 estrangeiros, em 35 mil m2, destinando 2 mil m2 para a 5ª Feira Latino-Americana de Subcontratação Industrial. Desde 1978, estava crescendo a participação de pequenas e médias empresas. Como tradição, nas edições de fevereiro e março de 1994, a Revista NEI antecipou os lançamentos da feira.  

2012
Além de antecipar as novidades da 29ª Feira Internacional da Mecânica, realizada de 22 a 26 de maio em 85 mil m2 do Anhembi, em duas edições, no mesmo ano houve reformulação do NEI.com.br, trazendo novas funcionalidades e novo leiaute, e lançamento da versão tablet, somando ao conjunto de mídias da editora (ao longo dos anos a Revista originou: NEI.com.br em 2006, versão móbile, Blog NEI, NEI News e serviços de internet). Em 2012, pela primeira vez a equipe editorial produziu reportagens em vídeo durante o evento para divulgação nas mídias digitais; antecipou no Blog NEI – diariamente semanas antes e durante o evento –, notícias de lançamentos e da feira em geral; e preparou NEI News especial pós-evento. Além de todo trabalho editorial, NEI também participa como expositora. Naquele ano, a feira reuniu 2.100 marcas expositoras, de 25 setores, e 109 mil visitantes qualificados, número que bateu o recorde de 2010, vindos de 60 países.


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3, setembro, 2012 Deixar um comentário

NEI Soluções é um conjunto de mídias impressas e digitais dedicadas aos assuntos que afetam os profissionais que vivem no universo industrial. E acaba de incorporar  uma versão para tablet de Noticiário de Equipamentos Industriais – NEI. Isso significa que, sempre que você precisar, onde estiver,  pode acessar as edições de NEI, na sua íntegra a partir desta edição, fazendo o download gratuito pela App Store ou pelo Google Play.

A versão integral de NEI para tablets foi desenvolvida como resposta necessária à grande mobilidade dos profissionais da indústria e expressa uma vez mais a vocação de constante aprimoramento e evolução que caracterizam a NEI, desde seu lançamento.

As novas e ricas possibilidades de comunicação criadas pela tecnologia, da qual o tablet NEI é exemplo, reafirmam a missão que inspira todas as mídias de NEI Soluções – aproximar usuários e fornecedores de máquinas, equipamentos e serviços industriais.

NEI tablet oferece a essas duas comunidades a mesma informação atualizada, pesquisada em escala mundial, selecionada por editores e consultores experientes e editada de forma objetiva para ajudar os dois lados a alcançar seus objetivos. Como NEI revista, com acréscimo de sua extrema portabilidade.

Espero que Você possa desfrutar as vantagens da  associação e complementaridade entre esta publicação e a nova ferramenta profissional que estamos lançando – o NEI tablet.