Arquivo

Textos com Etiquetas ‘Tecnologia da Informação’

Após suspeitas de espionagem, Petrobras anuncia investimentos de R$ 4 bilhões em segurança da informação ainda em 2013

22, setembro, 2013 Deixar um comentário

Durante audiência pública no Senado Federal, a presidente da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster, informou que a gigante do petróleo investirá R$ 4 bilhões em 2013 e R$ 21,2 bilhões no período de 2013 a 2017 em Tecnologia da Informação e Telecomunicações. “Temos na Petrobras, desde o momento em que entramos na companhia, a cultura da segurança da informação”, disse a presidente.

Durante audiência conjunta da Comissão Parlamentar de Inquérito da Espionagem e das comissões de Assuntos Econômicos e de Relações Exteriores do Senado, Foster explicou que a companhia realiza um trabalho constante de monitoramento e proteção de suas informações. “Entre nove de agosto e nove de setembro recebemos 195,9 milhões de e-mails. Destes, 16,5 milhões chegaram aos destinatários”, exemplificou Foster, destacando o filtro rigoroso instalado pela Companhia.

A presidente da Petrobras também ressaltou o Centro Integrado de Processamento de Dados, ao qual o acesso é restrito, e que as informações estratégicas da Companhia não transitam pela internet. “No Centro de Processamento de Dados está o conhecimento de nossa companhia. As informações críticas estão armazenadas em sistema fechado, com criptografia. O acesso ao centro é controlado com biometria, pesagem e monitoramento com câmeras”, afirmou. Além disso, foi informado que, mesmo trabalhando com empresas parceiras e fornecedores, apenas a Petrobras tem acesso as informações, tendo ainda contratos de confidencialidade.


Fiesp convoca desenvolvedores para criação de software móvel

10, setembro, 2013 Deixar um comentário

Organizado pelo Comitê de Jovens Empreendedores – CJE da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp, o Hackathon é uma maratona de 15 horas que reunirá programadores, designers e outros profissionais ligados a Tecnologia da Informação – TI. O objetivo é criar ou adaptar um App inovador e gratuito para móbile, que apoie empreendedores de diferentes áreas.  

Poderão participar da competição cientistas da computação, designers, programadores, profissionais de TI e hackers que já tenham aplicação online (portfólio). Por meio do site www.festemp.com.br, a Fiesp vai selecionar 100 pessoas. As inscrições vão até 15 de setembro de 2013.

A atividade faz parte do 9º Festival de Empreendedorismo, realizado pela Fiesp e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – Senai, que acontece entre os dias 25 e 26 de setembro no Anhembi, em São Paulo.


Grupo GFT busca profissionais das áreas de engenharia, tecnologia, computação e matemática

10, maio, 2013 Deixar um comentário

Especializada em projetar e desenvolver soluções de Tecnologia da Informação – TI para o setor financeiro, a GFT Brasil abriu 50 vagas para as áreas de consultoria e desenvolvimento de sistemas. A prioridade é contratar profissionais com formação em ciência da computação, tecnologia, engenharia e matemática. O objetivo é expandir os negócios e atender a forte demanda nas exportações de serviços de TI.

O profissional contratado atuará em projetos de desenvolvimento de sistemas com tecnologias Java, Net e mobilidade. Grande parte das vagas é para as filiais brasileiras localizadas no Estado de São Paulo, principalmente em Sorocaba. Mas há também a possibilidade de trabalhar fora do País. “A maioria das vagas é para atuar em projetos internacionais, especialmente dos Estados Unidos, surgindo a possibilidade – e necessidade – de trabalhar no exterior”, revela Marco Santos, country managing director da GFT Brasil, que atualmente emprega 160 colaboradores dos cerca de 1.400 profissionais espalhados pelo mundo.

Segundo a empresa, os interessados em concorrer à vaga devem ter vontade de ingressar em uma empresa com carreira internacional, espírito de inovação, empreendedorismo, conhecimento técnico e inglês de nível médio a fluente. Os detalhes sobre as vagas podem ser acessados no site www.gtf.com/br. Os currículos devem ser enviados até 31 de maio.


Cloud Computing como um facilitador de segurança

29, outubro, 2012 Deixar um comentário

Assim como acontece com as tecnologias implantadas em ambientes locais, desde a integração com outras atividades de Tecnologia da Informação – TI até a preocupação com o vazamento de informação, existem riscos a ser considerados antes de se optar pela utilização da Cloud Computing (computação em nuvem). Porém, um aspecto pouco destacado é que operações baseadas em nuvem podem ser facilitadoras para a segurança de TI.

A força massiva dos ambientes de TI, a alta capacidade de armazenamento e uma infraestrutura compartilhada são três possibilidades da computação em nuvem que melhoram e modernizam a segurança da informação. Combinadas, podem aprimorar as práticas tradicionais de segurança e criar benefícios significativos para profissionais e fornecedores de TI, como por exemplo:

• Melhor performance. Computação em nuvem aceita aplicações mais robustas, típicas em soluções de segurança em TI. A transferência do processamento de informação para ambientes em nuvem, além de agilizar os sistemas, facilita o uso de múltiplas ofertas de segurança simultaneamente.

• Informação centralizada. Com capacidade de armazenamento ilimitada, com a nuvem é possível, de forma centralizada, criar, manter e compartilhar um número maior de informações sobre ameaças na rede, malwares, listas de reputação de arquivos, serviços de geolocalização, entre outros dados de segurança.

• Rápida defesa. Combinando a força de processamento e armazenamento dos ambientes em nuvem com a inteligência adquirida das comunidades de usuários, é possível aplicar técnicas de data mining em larga escala para identificar padrões anormais de comportamento do sistema, criando mais rapidamente novas detecções e proteções para a rede. Além disso, a computação em nuvem fornece plataformas para testar proteções utilizando dados reais.

• Proteção flexível e inteligente. A computação em nuvem permite implantar somente as proteções adequadas ao perfil de risco da empresa, protegendo a rede de forma mais rápida e específica.

Tendências
Inicialmente, o benefício da alta capacidade de armazenamento da nuvem é utilizado para voltar no tempo e identificar o “paciente zero” – o primeiro infectado –, sendo o passo inicial para impedir a propagação de um malware. Além disso, a análise retroativa possibilita identificar apenas os dispositivos e os programas infectados, dispensando verificação completa do sistema. Também pode-se esperar que usuários identifiquem, em tempo real, um IP ou arquivo malicioso e se já há vacina disponível para manter seu ambiente protegido.

Aproveitar o potencial da computação em nuvem para melhorar a segurança da rede pode ser o primeiro passo para estar à frente dos invasores nessa guerra cibernética, cada vez mais sofisticada e implacável.

O artigo “Cloud Computing como um facilitador de segurança” foi editado pela Central de Geração de Conteúdo de NEI Soluções com base nas informações de Ricardo Dias, engenheiro de segurança da Sourcefire, empresa especializada em tecnologia e segurança da informação.


TI Maior – R$ 500 milhões serão investidos para fomentar a indústria de softwares e serviços

24, agosto, 2012 Deixar um comentário

Lançado no início da semana, o TI Maior, programa específico que prevê estimular o desenvolvimento do setor de software e Tecnologia da Informação – TI, está estruturado em cinco pilares: desenvolvimento econômico e social; posicionamento internacional; inovação e empreendedorismo; produção científica e tecnológica; e inovação e competitividade.

Dentre as ações previstas no TI Maior, estão: aceleração de empresas com base tecnológica, a consolidação de ecossistemas digitais, a preferência nas compras governamentais por softwares com tecnologia nacional, capacitação de jovens para atuar na área de TI e criação de centros de pesquisa.

“Queremos que a produção de softwares cresça no Brasil a uma taxa muito alta e que esse crescimento represente divisas para o País, geração de renda para as empresas e criação de postos de trabalho qualificado para os brasileiros. O software brasileiro deve fazer frente ao produzido no exterior”, afirma Marco Antonio Raupp, ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação.

A defasagem científica e tecnológica que separa o Brasil dos países mais desenvolvidos é um dos principais desafios do programa. “O setor de TI já tem 73 mil empresas no Brasil e faturou US$ 37 bilhões apenas em 2011, ou seja, nossa indústria é qualificada. O TI Maior chega para fomentar esse campo portador de inovação, acelerando os demais setores econômicos do País”, crê Virgilio Almeida, secretário de política de informática do MCTI.

Os recursos serão subvencionados pela Financiadora de Estudos e Projetos – Finep e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq.

Startups. Um dos principais motores do Programa TI Maior será o estímulo às startups (empresas nascentes do setor). As startups serão estruturadas por mentores e investidores, todos identificados com consultorias tecnológicas, institutos de pesquisa e incubadoras, parcerias com universidades, articulação com grandes empresas nacionais e internacionais e programas de acesso a compras públicas.

Áreas estratégicas. Doze setores foram definidos para integrar os núcleos de pesquisa nas diversas áreas do conhecimento e desenvolver softwares e soluções de alta complexidade e impacto econômico e social. São eles: educação, defesa e segurança cibernéticas, saúde, petróleo e gás, energia, aeroespacial/aeronáutico, grandes eventos esportivos, agricultura e meio ambiente, finanças, telecomunicações, mineração e tecnologias estratégicas (computação em nuvem, internet, jogos digitais, computação de alto desempenho e software livre).

Em 100% dos casos, o TI Maior visa estimular o desenvolvimento de projetos em institutos de pesquisa públicos e também privados. “O TI Maior vem para elevar o Brasil ao papel de potência mundial no setor. Caberá ao setor privado garantir a excelência no desenvolvimento de softwares e serviços”, destaca Antônio Gil, presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação – Brasscom.

Qualificação profissional. Em parceria com o Ministério da Educação – MEC e associações empresariais, o MCTI analisou o mercado de profissionais de TI no Brasil. O resultado desse diagnóstico é o “Brasil Mais TI Educação”, que visa construir uma única plataforma de relacionamento digital entre estudantes e profissionais do setor de TI, oferecendo intermediação de vagas, cursos básicos e avançados, geração de informação profissional, oferta de cursos gratuitos para comunidades e estudantes, atualização tecnológica e acompanhamento de programas governamentais de apoio à iniciativa, como por exemplo o Pronatec.

A ideia é capacitar 50 mil novos profissionais até 2014 e, até 2022, formar 900 mil novos profissionais necessários. Atualmente, o Brasil possui cerca de 1,2 milhão de profissionais de TI.


Brasil torna-se o 10º maior mercado de software, mas especialistas apontam falhas

12, agosto, 2012 Deixar um comentário

Em 2011, o mercado brasileiro de software movimentou US$ 21,4 bilhões, sendo US$ 1,95 bilhão proveniente de exportação. Com o resultado, o Brasil se tornou o décimo maior mercado em venda de software do mundo, segundo dados da “Pesquisa sobre a Indústria Brasileira de Software e Serviços”, desenvolvida pela Associação Brasileira de Software – Abes e a International Data Corporation – IDC. O resultado é 12,6% superior ao de 2010.

O faturamento do segmento é composto por duas frentes: prestação de serviços e venda de softwares e licenças de uso. A pesquisa aponta que o setor de serviço atingiu US$ 15,1 bilhões, crescimento de 11,9% na comparação anual. Já o mercado de software foi responsável por uma receita de US$ 6,3 bilhões, alta de 14,9% frente a 2010.

Colonização tecnológica
Mesmo diante dos números positivos, o resultado não é bem-vindo pelo setor – que aponta falhas na estratégia de crescimento. “Corremos o risco de sofrer uma colonização tecnológica”, afirma Gérson Schimitt, presidente da Abes.

Segundo Schimitt, a “colonização tecnológica” ocorre quando as vendas no país são de programas desenvolvidos no exterior. No Brasil, esse índice é de contínuo crescimento e atualmente chega a 80%, deixando a balança comercial do setor cada vez mais negativa.


O mercado brasileiro se apoia principalmente na prestação de serviços, que representa 68% do faturamento. Mas para o presidente da Abes, o setor de serviços apresenta algumas desvantagens em relação ao mercado de desenvolvimento e comércio de softwares.

A defasagem na remuneração dos profissionais é uma delas. Enquanto um prestador de serviço recebe, em média, R$ 40,00 por hora, o desenvolvedor de software fatura R$ 120,00.

Outra desvantagem é a falta de estímulo ao mercado nacional, que bloqueia a formação de novas empresas com foco em pesquisa e desenvolvimento de produtos e impossibilita a competitividade com empresas internacionais.

Ainda de acordo com o estudo, o setor de software é formado por 94% de microempresas, o que incentiva o crescimento da presença de capital internacional nas poucas grandes companhias.

Além disso, segundo levantamento da Brasscom (Associação de Empresas de Tecnologia), em 2011 o setor de prestação de serviços – que depende de mão de obra para crescer – teve um déficit de 100 mil profissionais.

Tendência
Entre dados positivos e possíveis falhas de planejamento, a Abes prevê crescimento contínuo do mercado brasileiro. Segundo a associação, o Brasil triplicará o mercado interno de software até 2020, gerando faturamento de cerca de US$ 60 bilhões. O resultado colocará o País entre o sexto e oitavo maior mercado do mundo.

A necessidade de modernização das empresas nacionais para competirem globalmente é a principal justificativa da Abes para apontar tamanho crescimento.


Governo lança em agosto novo estímulo para a TI

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI implantará em agosto o Programa Estratégico de Softwares e Tecnologia de Informação – TI para estimular o crescimento do setor, aumentar a presença de empresas internacionais no mercado nacional e melhorar o desempenho das exportações.

A meta é aumentar em 50% a participação do segmento na economia até 2020, informou Virgílio Almeida, secretário de Política de Informática do MCTI. Atualmente, a área de TI tem cerca de 4% do Produto Interno Nacional e o governo quer que em oito anos o peso alcance 6%.

Para atingir a meta, Almeida considera fundamental aumentar as exportações da indústria instalada no Brasil e a presença de prestadores de serviço no exterior. O setor movimenta cerca de US$ 73 bilhões por ano, mas desse valor apenas US$ 3,1 bilhões foram obtidos com exportações. Para vender mais, o governo espera que empresas estrangeiras se instalem no Brasil e tragam seus centros de pesquisa.

O programa adotará a certificação de produtos desenvolvidos no País como exigência para dar margem de preferência nas compras públicas.

Além do uso de compras públicas (já previsto em lei), certificação e mercado interno, Almeida crê que o País poderá ser atrativo ao se especializar no fornecimento de tecnologias de informática para atividades econômicas em que se destaca, como óleo e gás. Ele também acredita que o País poderá ser plataforma de produção para o mercado latino-americano e lusófono.

Fonte: com informações da Agência Brasil.


Schneider Electric adquire a CP Eletrônica

A Schneider Electric comprou a empresa gaúcha CP Eletrônica, especializada em produtos e serviços para aplicações de energia, a qual será integrada à unidade de negócios de tecnologia da informação – TI da Schneider Electric. Em 2011, a CP apresentou faturamento de R$ 33,4 milhões.

Fundada em 1982, a CP tem atuação no Sul do Brasil e foco não apenas em TI/telecom, mas também em hospitais, prédios comerciais e corporativos, indústrias de diversos setores e concessionárias de energia.


Apenas 40% das empresas brasileiras estão aptas a combater as ameaças virtuais

12, julho, 2012 Deixar um comentário

Empresas brasileiras registram média de 47 novas tentativas de ataque por semana, e os incidentes bem-sucedidos geram um custo de US$ 106.904, em média. É o que aponta o relatório divulgado pela Check Point Software Technologies, empresa especializada em segurança na internet.

O estudo mostra que as atividades de funcionários representam os maiores riscos. Todas as regiões pesquisadas citaram o uso de dispositivos móveis – incluindo smartphones e tablets – como a maior preocupação, seguidos por dispositivos de mídia removível (pen drives) e redes sociais. As empresas que passaram por ataques direcionados detectaram que a motivação de 52% dos hackers foi fraude financeira, seguida da intenção de interromper as operações da empresa (42%) e roubo de dados de clientes (35%).

Para combater os ataques, investimentos em segurança de Tecnologia da Informação – TI acabam sendo inevitáveis. Entre as soluções apontadas estão as ferramentas de Data Loss Prevention – DLP, software que oferece funcionalidades como: repositório de dados confidenciais, gerenciamento centralizado, escaneamento de servidores e estações para verificar o funcionamento do agente e monitoramento do tráfego de rede.

Na busca por resultados melhores, especialistas indicam integrar as ferramentas DLP a outros softwares de monitoramento de equipes, como o Strigoi. “Ao monitorar e-mails, internet, planilhas, documentos eletrônicos e outras ferramentas, o Strigoi, quando alinhado a uma política de segurança eficaz, contribui para a detecção de vazamento de informações, que é um dos graves problemas encontrados pelas empresas atualmente”, explica Marco Flávio Neves, diretor da TWT Info, empresa desenvolvedora do Strigoi.

Realidade brasileira
Ainda segundo o levantamento, apenas 40% das empresas brasileiras estão aptas a combater as ameaças em ambientes de TI, e somente 41% mantêm programas de conscientização e treinamento atualizados para evitar ataques direcionados.

De acordo com Alexandre Atheniense, especialista em internet law e propriedade intelectual pela Harvard Law School, as empresas que já utilizam recursos tecnológicos, em geral, ainda são imaturas quando se trata de estabelecer uma política efetiva de segurança da informação. “A política ideal é ter um software de coleta de informações e regras de proteção e monitoramento para auxiliar a tomada de decisões dos gestores”, afirma.

Para Raphael Pereira, gerente de segurança da informação da Ativas, companhia especializada em soluções de TI, para uma empresa estar protegida contra ameaças virtuais, o investimento em segurança da informação deve ser em torno de 8 a 10% do faturamento, dependendo da maturidade e do ramo de atuação.