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Textos com Etiquetas ‘tecnologias’

Precisamos ser mais competitivos

Todos os dias a indústria está sendo desafiada a inovar e encontrar soluções para produzir melhor e sem desperdício, aproveitando ao máximo seus recursos. É necessário gerenciar processos de modo mais eficaz, identificando onde e como otimizar, e investir na atualização tecnológica do parque fabril, essencial para o aumento de produtividade e eficiência – ganhos que vão impulsionar a indústria a melhorar processos e, consequentemente, reduzir custos operacionais. Cada vez mais o profissional da indústria precisa se atualizar e conhecer as inovações que vão apoiar esses incrementos no chão de fábrica. 

Neste mês, uma seleção de novos produtos de automação hidráulica e pneumática, pesquisados aqui e no mercado externo, revela tecnologias que contribuem para a automatização de processos nos mais diversos segmentos industriais, ampliando o desempenho de máquinas e equipamentos. Você verá tecnologias que promovem a popularização de sistemas de monitoramento e controle, com o compartilhamento de informações via M2M (Machine to Machine) e IoT (Internet of Things) – tudo para facilitar a análise e tomada de decisões. Além disso, essas novas soluções mostram a incorporação cada vez mais frequente da eletrônica, proporcionando aumento significativo da precisão e repetitividade nas aplicações pneumáticas, bem como o uso de novos materiais, capazes de reduzir o peso e o tamanho dos componentes.

As inovações tecnológicas estão acontecendo, principalmente no mercado externo; por isso estamos diariamente empenhados em identificar soluções que cedo ou tarde chegarão à sua empresa. O cenário atual impõe novos desafios – e entendemos que não tem sido fácil para o empresário brasileiro superá-los. No entanto, alguns desses desafios podem ser encarados como oportunidades. A depreciação cambial, por exemplo, é vista como um incentivo às exportações. Mas é preciso que a indústria esteja preparada tecnologicamente para fabricar produtos competitivos no mercado externo.

De acordo com o recém-divulgado Relatório Global de Competitividade 2015/16, elaborado pelo Fórum Econômico Mundial , o Brasil perdeu 18 posições, ocupando hoje a 75ª colocação! À indústria cabe o desafio de superar as diferentes barreiras, que têm origens políticas, econômicas, fiscais, profissionais e também tecnológicas. E, como sempre, contar com um aliado fiel – a Revista NEI, há mais de 40 anos ao lado da indústria brasileira, apresentando mensalmente as novidades em máquinas e equipamentos.


Soluções que ajudam a indústria a usar de modo eficiente água e energia

Água e energia são recursos importantíssimos para as atividades industriais. O cenário atual, marcado pela falta de água, crise de racionamento e custos altos de energia, sobretudo porque nossa matriz energética é dominada pelas hidrelétricas, desafia as fabricantes a lançar novos produtos que utilizam de forma racional água e/ou energia, visando proporcionar “alívio” ao meio ambiente e economia financeira aos negócios, sem perder qualidade e produtividade. Nesta seção estão reunidas diversas novas soluções para beneficiar as fábricas, já que o setor industrial é, segundo o Mapa Estratégico da Indústria 2013-2022, elaborado pela CNI, o maior consumidor de energia elétrica no Brasil, respondendo por cerca de 43% do consumo total.

Conversamos com especialistas de engenharia ambiental e sanitária, elétrica, eletrônica e de automação para trazer as tendências quando o assunto é economia de água e/ou energia nas indústrias.

Segundo Carmela Maria Polito Braga, professora do Depto. de Engenharia Eletrônica da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, e Anísio Rogério Braga, docente do Setor de Eletrônica do colégio técnico da UFMG, o uso racional desses elementos é viável por meio de medições e monitoramentos ubíquos, isto é, em toda parte, o tempo todo, o que torna possível: planejamento de oferta, demanda e comercialização; minimização de custos de produção, otimização do uso e redução de perdas.

Quanto às tecnologias para medição distribuída de água e energia, os docentes informaram que elas evoluem rapidamente, como soluções de hardwares, softwares e os sistemas microcontrolados – com capacidade de comunicação em rede, com ou sem fio, de baixo custo, associados à miniaturização dos sensores eletrônicos. Comentaram também que os aplicativos de softwares para monitoramento de grandes massas de dados ainda são caros, mas opções de baixo custo para viabilizar aplicações em larga escala estão em desenvolvimento.

Para que seja possível o acesso remoto aos dados das medições, é preciso identificar os pontos de entrada do consumo de cada área de processo, incluindo de equipamentos especiais com grande consumo de água e/ou energia elétrica, e estudar e especificar a instalação de medições nesses pontos, bem como sua integração aos sistemas de automação.

De acordo com os professores, as medições permitem um bom diagnóstico dos usos desses insumos nos processos. Quando o consumo de uma determinada área for o esperado, sua prática pode servir de referência e deve ser valorizada; quando for desproporcional, pode indicar a necessidade de investimentos em projeto e melhoria nas instalações para redução dos consumos. A automação de processos que regula segundo as referências pré-estabelecidas também pode contribuir para a redução dos consumos, uma vez que estabelece os valores devidos para as vazões e/ou acionamentos, e o sistema de controle automático regula o funcionamento compensando perturbações nas demandas e garantindo o uso minimizado dos insumos.

Carmela e Braga informaram que os melhores resultados de uso racional de energia elétrica e água com os consumos típicos de ambos, em condições normais de operação, são obtidos com modelos estatísticos, a partir dos quais monitora-se no tempo certo (just in time) os consumos em relação ao perfil típico nominal. Esse monitoramento pode se valer de técnicas de controle estatístico de processos, que detectam desvios dos consumos médios em relação ao perfil usual. Uma mudança no perfil de consumo, se esperada por alguma operação ou alteração programada no processo, estará justificada, mas quando não houver nenhuma razão conhecida poderá ser indício de uso indevido dos insumos ou perda. Como exemplos, fuga de corrente, no caso de energia elétrica, e vazamento, no caso de água.

Alertaram os docentes que as medições e os monitoramentos podem ser usados também como subsídios para medidas educativas na planta. Mesmo automatizando muitos sistemas, ainda restam aqueles que demandam decisão humana. Nesses casos, apenas medidas educativas continuadas podem prover resultados de uso racional de água e energia elétrica.

Para os professores, com certeza, as indústrias que se antecipam tecnologicamente a esse novo contexto reduzem seus riscos, pois conhecendo quanto e como consomem podem planejar o investimento em melhorias para o uso racional dos elementos.

“A medição é imprescindível para alcançarmos três objetivos estruturantes: conhecer o consumo típico e a perda, valorizar as boas práticas de uso racional de água e energia e responsabilizar consumidores e fornecedores”, finalizaram Carmela e Braga.

Outras novidades tecnológicas que contribuem para economizar energia foram apresentadas por Helmo Morales Paredes, doutor em engenharia elétrica e docente do curso de Engenharia de Controle e Automação da Unesp. São as microrredes inteligentes (smart micro-grid). “Esse conceito não envolve apenas medição eletrônica, é a integração dos sistemas computacionais, mini e micro geração distribuída (energias renováveis) e automação de redes”, explicou Paredes. “Por exemplo, sistemas de telecomunicação, que captam informações da operação em tempo real, contribuem para a otimização dinâmica do sistema elétrico da empresa, e a tecnologia de informação abrange todos os controles de gestão das companhias.”

Para Hermes José Gonçalves Júnior, docente do curso de Tecnologia em Sistemas Embarcados e coordenador do Laboratório de Eficiência Energética da Faculdade Senai de Tecnologia, em Porto Alegre-RS, as energias renováveis também se destacam com alta inovação. A instituição desenvolve pesquisa aplicada em geração e condicionamento de energia proveniente de fontes alternativas e renováveis.

Finalizando a parte tecnológica, Marlon Cavalcante Maynart, docente de engenharia ambiental e sanitária do Centro Universitário Senac, informou que diversos estudos são realizados para aperfeiçoar o sistema de tratamento por osmose reversa, como o desenvolvido por ele em seu doutorado em ciência e tecnologia/química na Universidade Federal do ABC com tecnologia eletroanalítica que possibilita identificar contaminantes, como pesticidas em óleo, exemplo do petróleo.

Há quem diga que a economia de água e energia é muito mais uma questão de atitude que de tecnologia, como Alexandre Marco da Silva, pós-doutor em ecologia, ciências ambientais e engenharia sanitária, livre-docente e professor da Unesp. “É preciso trabalhar em prol da melhoria da educação, incentivo, comprometimento das pessoas para economizar água e energia elétrica, mostrando as contas do mês anterior e atual, evidenciando ganhos e perdas, desde o faxineiro ao presidente da indústria.”

Como enfrentar a crise

Algumas dicas dos especialistas para reduzir o gasto com água e/ou energia; afinal, a crise tem de servir também para mudar o comportamento das empresas e da sociedade em geral.

  • Para um planejamento eficiente se faz necessário mapear o uso da água e energia conforme equipamentos, atividades, ambientes, etc., chegando às prioridades. Esse processo deve ser construído com as pessoas que participam das atividades.
  • Substituir máquinas e equipamentos ineficientes e planejar consumo adequado de seus energéticos.
  •  Manutenção frequente dos ativos.
  •  Alteração de energéticos. Exemplos: energia solar, gás natural, biomassa, resíduos industriais.
  •  Cogeração de energia.
  •  Combate intenso ao desperdício.
  •  Reduzir o consumo e trocar produtos, como torneiras, mangueiras, chuveiros e descargas, por versões mais eficientes.
  •  Aumentar o reúso: coletar e tratar a água de chuva e esgoto.
  •  Uso de poços artesianos e de águas subterrâneas.
  •  Apagar as luzes e desligar os aparelhos de ar-condicionado em ambientes vazios;
  •  Usar lâmpadas econômicas.
  •  Colocar sensor de presença em locais de passagem, como corredores e garagens;
  •  Aproveitar a luz natural.
  •  Ações de conscientização, como oferecer palestras para funcionários e clientes.
  •  Valorizar ideias e atitudes que contribuem para o uso parcimonioso.
  •  A gerência deve estabelecer metas de caráter ambiental. A distribuição dos lucros para a equipe pode estar associada a essas novas metas.
  •  Apresentação trimestral dos dados.

Mais um desafio para o Brasil em 2015: tornar-se exemplo de boas ações a favor do meio ambiente.

Brasil sediará 1ª edição latina de feira de tecnologias ambientais

A data e o local estão marcados. De 12 a 14 de abril de 2016, no São Paulo Expo, na cidade de São Paulo, será realizada a primeira edição na América Latina da Pollutec – Feira Internacional de Tecnologias e Soluções Ambientais, organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado. Bianual de origem francesa, também já promovida em Marrocos e Argélia, contemplará tratamento de água e efluentes; gestão de resíduos, reciclagem e limpeza; eficiência energética; remediação de áreas contaminadas; medição, monitoramento, análise; e gerenciamento de riscos.

São esperados 100 expositores e mais de quatro mil visitantes. Palestras farão parte do evento, assim como visitas técnicas a empreendimentos sustentáveis. Para mais informações, acesse http://www.pollutec-brasil.com/.

 


As tecnologias mais recentes das empresas que conquistaram a preferência dos profissionais da indústria

Nesta seção estão reunidos 76 produtos recentes de algumas das empresas que conquistaram o selo NEI Top Five 2013/2014, que indica os fornecedores preferidos pelos leitores e usuários das mídias de NEI Soluções em 439 categorias de produtos. Todas as empresas NEI Top Five deste ano foram convidadas a enviar seus lançamentos para esta edição. Os produtos recebidos em tempo hábil e aprovados pela área editorial podem pertencer a uma categoria diferente daquela em que a companhia foi contemplada como NEI Top Five 2013/2014.  

As notícias apresentadas nesta seção complementam e enriquecem a Revista NEI Top Five 2013/2014, publicada também em outubro. A relação completa das cinco preferidas por categoria já está disponível no NEI.com.br/topfive desde 1º de outubro, com mais informações sobre os fornecedores NEI Top Five.

Os cinco fornecedores preferidos por categoria foram identificados na 31ª Pesquisa Nacional de Preferência de Marca, estudo único no mercado industrial brasileiro realizado anualmente por NEI Soluções com profissionais envolvidos com o processo de compras nas indústrias de diversos setores.

Esta seção e NEI Top Five 2013/2014 vão ajudá-lo a encontrar produtos, serviços, empresas e parceiros atestados pelos próprios atuantes da indústria. NEI Top Five é a principal referência industrial para os próximos meses, reconhecida como importante guia para a busca de novos fornecedores.

Para Afonso Carlos Braga, professor de gestão empreendedora e marketing business to business – B2B do Instituto Mauá de Tecnologia, rankings elaborados com seriedade e critérios oferecem parâmetros em mercados por vezes com poucas informações disponíveis. “Destacam empresas que vêm apresentando as melhores práticas na respectiva categoria e, por consequência, acabam sendo mais lembradas”, disse. “É motivo de orgulho para as equipes que levaram as empresas a essa posição de destaque e útil para profissionais que estão comprando serviços e produtos.”

Realizados por NEI Soluções em 2012, o Estudo de Hábitos aponta que 89% dos profissionais da indústria consideram a marca importante na hora de selecionar o fornecedor e tomar a decisão; e o Estudo de Feiras de Negócios revela que 70% dos internautas clicam primeiro nas marcas que conhecem. “A marca tem muito valor para qualquer negócio, não importa o tamanho ou o ramo, pois protege, representa e personifica o fruto do trabalho das pessoas que se uniram para atuar na prosperidade de sua respectiva empresa”, comentou Braga.

Pesquisa Nacional de Preferência de Marca

Esse estudo anual realizado por NEI Soluções, único feito no País sobre a preferência de marcas no setor industrial brasileiro, é a base da edição NEI Top Five.

A 31ª Pesquisa Nacional de Preferência de Marca foi realizada de setembro de 2012 a abril de 2013. Mais de oito mil profissionais, de diversos setores, que especificam e/ou fazem a compra em suas empresas participaram dessa pesquisa, divididos em direção geral, 20%; produção, 23%; compras, 18%; manutenção industrial, 13%; direção industrial, 12%; engenharia, 12%; e direção comercial, 2%. Desta vez, foram pesquisadas 439 categorias.

Sete entre dez participantes atuam em empresas fabricantes de produtos industriais. Entre os segmentos nos quais trabalham destacam-se na primeira colocação, com 17%, consultoria, engenharia industrial e manutenção; e na segunda, com 12,5%, máquinas, motores e equipamentos mecânicos. A pesquisa abrangeu profissionais de todas as regiões: Sudeste, 55,03%; Sul, 26,70%; Nordeste, 10,24%; Centro-Oeste, 4,67%; e Norte, 3,36%.

Para chegar aos cinco fornecedores, somaram-se as marcas preferidas de uma mesma empresa em cada uma das categorias de produtos contempladas na pesquisa. Todas as empresas foram contatadas para confirmar as informações e atualizar os dados. A metodologia adotada para identificar os fornecedores NEI Top Five está explicada na própria edição NEI Top Five.


Petrobras confirma importância de parcerias para as tecnologias do Pré-sal

“A colaboração com universidades de todo o mundo, empresas e fornecedores tem sido uma prática da Petrobras e tem gerado muitos frutos”, disse Solange da Silva Guedes, gerente executiva de engenharia de produção da área de Exploração e Produção da Petrobras, destacando as oportunidades de desenvolvimento tecnológico geradas com a descoberta do Pré-sal. A declaração fez parte da apresentação de Solange no painel Global Deepwater Technology Development, realizado em 6 de maio em Houston, EUA, que abriu o primeiro dia do evento Offshore Technology Conference.

“Com tecnologia, conseguimos, apenas sete anos depois da descoberta, produzir 300 mil barris por dia na região”, dimensionou a executiva. Entre os destaques tecnológicos no Pré-sal, a gerente pontuou os avanços nas áreas de desenvolvimento de soluções avançadas de caracterização de reservatórios, as tecnologias de perfuração e completação de poços, os sistemas de equipamentos submarinos, a integridade de instalações e o processamento e o tratamento de CO2.

Solange destacou que o desenvolvimento de tecnologias em parceria com outras instituições conta, na Petrobras, com programas estratégicos de sucesso comprovado, como o Programa de Capacitação Tecnológica em Águas Profundas – Procap, que viabilizou a maior parte das soluções para a Bacia de Campos. “O primeiro Procap foi criado para desenvolver tecnologia para produção em campos com mais de 400 metros de profundidade”, contou. “Hoje, o Procap Visão Futuro busca antecipar necessidades, prover e aperfeiçoar tecnologias.” O programa é voltado para soluções tecnológicas na área de exploração e produção de óleo e gás e agrega mais de 40 instituições do mundo nas áreas de engenharia de poços, logística, reservatórios e sustentabilidade.


Como as tecnologias afetam o marketing das indústrias

“Um em três brasileiros está conectado à internet. No Brasil, as redes sociais agregam mais de 55 milhões de usuários. O YouTube exibe diariamente 1 bi de vídeos e os brasileiros são a 2ª maior audiência mundial”. Essas afirmações, feitas por Alexandre dos Reis, diretor de Marketing e Vendas da SEW-EURODRIVE, durante a palestra “O impacto das tecnologias inovadoras no marketing das indústrias”, no NEI International Conference & Show, revelam que o avanço das novas tecnologias está mudando a forma como as pessoas buscam informação e se comunicam – de modo instantâneo e interativo.

Segundo o diretor, as empresas precisam entender as mudanças e se preparar para as novas gerações, muito mais “tecnológicas” e participativas. “25% dos internautas utilizam as redes para ajudar nas decisões de compra e 80% deles se sentem confortáveis ao perceber que as empresas estão utilizando as redes para divulgar seus produtos e serviços e se comunicar com seus consumidores”, afirmou Alexandre.

As empresas orientadas para o marketing têm uma preocupação constante com o desejo dos clientes. Quando eles mudam, as empresas precisam evoluir, orientando-se por suas necessidades. “Não basta mais realizar os mesmos processos de formas diferentes e esperar que isso seja notado ou considerado pelo consumidor como uma novidade. O desafio é promover o desenvolvimento de processos que resultem em soluções inovadoras e torná-las tendência”, orientou o executivo, que finalizou a apresentação com uma frase de Clay Shirky, especialista americano em mídias sociais: “A revolução não acontece quando a sociedade adota novas ferramentas, acontece quando ela adota novos comportamentos”.

Confira entrevista com o palestrante:


DEMATIC – Grupo finaliza aquisição da HK Systems, Inc.

23, setembro, 2010 Deixar um comentário

O grupo Dematic, líder mundial no fornecimento de soluções para movimentação de materiais e serviços integrados, anuncia hoje que concluiu com êxito a aquisição da HK Systems, empresa norte-americana de movimentação automatizada de materiais e fornecedor de soluções em software aplicado ao segmento.

John K. Baysore, CEO na Dematic NAO, será o responsável pela liderança e desenvolvimento da integração da nova empresa nos Estados Unidos e Canadá. Com mais de 20 anos de experiência, Baysore conduzirá a Dematic na concepção, implementação, e suporte às propostas de solução mais robustas e diversificadas aos clientes da empresa.

A fusão das empresas manterá o nome Dematic, com sede na América do Norte em Grand Rapids, Michigan- USA. Com a plataforma de produção ampliada, permitirá à Dematic a localização e fabricação de máquinas e  componentes, armazenamento e manutenção incluindo os veículos automaticamente guiados, além de triagem de transporte e tecnologias ao atendimento de pedidos.

“Durante a transição, os clientes continuarão a ser a nossa prioridade”, afirmou Baysore. “A companhia combinada, irá fornecer soluções avançadas de fluxo de material, melhorando o fluxo de atuação pelos nossos clientes, através de melhor desempenho, aumentando os seus níveis de serviço e rentabilidade. Nosso objetivo é oferecer soluções integradas (full solution) para diversificados mercados, desde a produção até a distribuição.

Além disso, esta aquisição combina duas poderosas infra-estruturas de serviço ao cliente para entregar a indústria mais agilidade e confiabilidade no manuseio integrado de material e suporte aos sistemas. ”

Aproveite para conferir alguns dos lançamentos da DEMATIC:

Veja mais lançamentos da DEMATIC em NEI.com.br


IMTS 2010 – o show da tecnologia metalmecânica

Em Chicago, EUA, acontece esta semana a IMTS – International Manufacturing Technology Show 2010, uma das mais importantes feiras da  metalmecânica.

O evento reúne cerca de 1.200 expositores de diversos países e ocupa os quatro pavilhões do McCormick Place, um centro de convenções com mais de 240 mil metros quadrados. É um show de tecnologias que abrange as inovações em usinagem, corte de metais, ferramentaria, eletroerosão, limpeza, componentes de máquinas, instrumentação, controles e sistemas CAD-CAM, entre outras. As empresas se prepararam bem para esse evento, que marca o reaquecimento do setor depois da crise econômica que abalou a economia norte-americana com repercussões globais. 

O estilo norte-americano de organizar feiras é visível na espetacularização de vários estandes como recurso para atrair os visitantes da feira. Os robôs se tornam malabaristas para mostrar versatilidade, carros e até um avião estão em exposição valorizar as tecnologias inovadoras desenvolvidas para o setor automobilístico e aeroespacial. 

Os conceitos de sustentabilidade influenciaram fortemente a indústria e eles surgem nesta IMTS no lançamento de inúmeros “ produtos verdes” . Visível também a reafirmação da tendência de desenvolvimento de máquinas “high speed” de altíssima precisão.

Para melhor valorizar a modernidade da indústria os organizadores montaram o American Precision Museum, onde os 90 mil visitantes esperados até o final da semana podem ver e comparar  as máquinas pioneiras da industrialização com as atuais e observar o desenvolvimento tecnológico alcançado. Uma comparação com o passado sugerindo ao mesmo tempo um processo de desenvolvimento permanente que tornará a IMTS 2010 parte da Historia quando chegar a IMTS 2012. quando ela será reaberta no McCormick Place já uma nova feira, a Industrial Automation North América, resultado de parceria estratégica entre os europeus da Deutsche Messe AG e a AMT-Association for Manufacturing Techonology. Um novo teste para o estilo americano de fazer, visitar e sobretudo, comprar e vender nas feiras.

Eliane Oliveira, de Chicago, EUA, especial para Sistema NEI