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Textos com Etiquetas ‘treinamentos’

Romi inaugura novo Centro de Difusão de Tecnologia

A Romi tem novo Centro de Difusão de Tecnologia no complexo fabril de Santa Bárbara d’Oeste, onde é feita a montagem de máquinas-ferramenta. Ocupando área de 510 m², abriga 14 máquinas: 11 máquinas-ferramenta e 3 para plásticos. Em salas de reuniões e auditórios, serão promovidos diversos eventos. No espaço, também serão realizados testes de usinagem.

“A cada máquina vendida, a Romi oferece ao cliente capacitação para usar o equipamento, dessa forma o novo centro atenderá essa demanda de forma confortável e eficiente”, afirmou Livaldo Aguiar dos Santos, diretor-presidente da Romi. “O centro serve também para reforçar a formação técnica dos profissionais do setor, otimizando a capacidade produtiva dos clientes.”


Agência japonesa implanta em unidades do Senai centros de treinamento na área naval

A Japan International Cooperation Agency – Jica investe R$ 10 milhões na criação de núcleos de formação de trabalhadores para a indústria naval no Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Sul. Serão instalados nas unidades do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – Senai. O início das atividades está previsto para este ano.

Além da modernização tecnológica das escolas do Senai, a parceria permitirá a capacitação, nos próximos quatro anos, de 100 técnicos especializados em mecânica naval, gestão da produção naval e soldagem de materiais compostos.

A iniciativa surgiu da necessidade de qualificação de mão de obra para duas empresas japonesas: a Ishikawajima-Harima Heavy Industries, que comprou 25% do Estaleiro Atlântico Sul, e a Kawasaky Heavy Industries, que tem interesse em estaleiros em Salvador. Com a capacitação de brasileiros, essa companhias deverão contratar 20 profissionais do Japão e os brasileiros formados pelo projeto da Jica e do Senai.


Seis “toques” para melhorar rapidamente o desempenho em seu almoxarifado

19, fevereiro, 2013 1 comentário

Quer melhorar rapidamente o desempenho em seu almoxarifado? Que tal quebrar alguns paradigmas e realizar as melhorias de baixo para cima?

Deixe de lado a tradicional melhoria top-down (de cima para baixo) e viabilize o bottom-up (de baixo para cima). Atue de forma a depender menos do nível tático e mais do nível operacional. Como fazer isso na prática?

Primeiro, crie um ambiente propício para a melhoria contínua, estimulando a sua equipe a pensar e agir, incluindo as lideranças do chão do almoxarifado.

Segundo, busque a reciclagem e a capacitação da sua equipe operacional em conceitos técnicos. Qual foi a última vez que treinou a sua equipe de conferentes, operadores de empilhadeira, separadores, auxiliares operacionais, entre outros?

Terceiro, treine a sua equipe operacional na aplicação das ferramentas da qualidade total, como PDCA, 5W2H, Diagrama de Ishikawa, brainstorming, entre outros.

Quarto, crie grupos de trabalho focados em determinados aspectos da operação do almoxarifado, como nível de acuracidade do estoque, avarias, furtos, produtividade dos equipamentos de movimentação e da mão de obra, combate ao efeito colmeia, entre outros. Junto com a equipe, desenvolva e detalhe os planos de ação correspondentes, definindo iniciativas-chave, prazos e responsabilidades.

Quinto, desenvolva e implante indicadores de desempenho e metas para o monitoramento dos resultados obtidos. Aja rapidamente em caso de ocorrência de desvios significativos.

Sexto, premie as melhores ideias e iniciativas. Defina com a alta e média direção algum modelo de remuneração variável ou premiação.

Com o tempo, aprimore todo esse processo e combine a melhoria top-down com a bottom-up.

Mas, não se esqueça, treinamento é fundamental. Sem ele, esqueça. Todo esforço será em vão. Comece com treinamentos básicos e gerais e, com o tempo, selecione temas específicos e de maior profundidade. Crie, na sua empresa, uma cultura de renovação e aprimoramento contínuo do nível de conhecimento.

Crédito: artigo escrito por Marco Antonio Oliveira Neves, diretor da Tigerlog Consultoria e Treinamento em Logística Ltda.

 


Gates oferece treinamentos gratuitos na Automec Pesados & Comerciais

Fabricante de correias, tensionadores e mangueiras, a Gates promove apresentações gratuitas sobre reparos em caminhões, ônibus e utilitários durante a 3a Feira Internacional de Peças, Equipamentos e Serviços para Veículos Pesados e Comerciais, a Automec Pesados & Comerciais, que ocorre de 10 a 14 de abril no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Os interessados devem fazer a inscrição no estande da empresa (E38).

Realizados em todos os dias do evento, os treinamentos abordam a correta manutenção dos veículos, a melhor forma de identificar as falhas mais comuns, as novas tecnologias e as dicas de armazenamento e instalação das peças.

Na ocasião, é apresentado o aferidor de desgaste, que, segundo a empresa, é capaz de fornecer diagnóstico imediato de uma correia Micro V. Cada participante ganhará uma ferramenta e um manual de instruções, informou a Gates.


Entre a Lei e a Multa: como preencher as cotas para PNEs nas indústrias estabelecidas pela Lei? II

28, outubro, 2010 Deixar um comentário

Boas Práticas em Programa de Inclusão

– Imprimir maior esforço na etapa inicial do programa de inclusão;

– Treinar e conscientizar colaboradores internos e lideranças para a chegada e o relacionamento saudável entre todos o profissionais da empresa; Fazer palestras e treinamentos contínuos para todos os funcionários.

– Elaborar ações efetivas que contribuíam para o fim da discriminação e o preconceito;

– Garantir estabilidade e crescimento para estes profissionais;

– Eliminar barreiras físicas, programáticas e atitudinais com relação aos PNEs. Eliminar barreiras que possam inviabilizar a produtividade e aumentar a integração dos funcionários.

– Investir e garantir acessibilidade física: mobilidade e usabilidade para qualquer pessoa em todos os espaços;

– Investir e garantir acessibilidade digital: mobilidade e usabilidade de recursos computacionais.

– Estimular empresas para qualificarem essa mão-de-obra, pois as políticas públicas são insuficientes;

– Cuidar para que não ocorra frustração, tanto para PNEs e empresas;

– Enfrentar a dificuldade de identificar, recrutar, reter PNEs qualificados e fazer com que as empresas se envolvam com programas de treinamento para os candidatos, direta ou indiretamente via instituições, ONGs ou convênios.

– Levar e consideração que, uma cultura organizacional baseada em valores éticos e um clima organizacional satisfatório podem ser um grande aliado na captação e retenção de PNEs talentosos.

a) Período de Contratação e Demissão:

Pessoas com Deficiência Visual: Para a assinatura dos documentos e do contrato de trabalho esse candidato utilizará régua ou Guia.

Pessoas Surdas: É necessário um suporte (tradutor de Libras) para colaborar para maior compreensão de questionamentos que possam surgir por ambas as partes.

b) Mobilidade, Permanência e Bem-Estar

Cadeirantes: Providenciar rampas de acesso, banheiros adaptados, vagas exclusivas em estacionamentos, guias rebaixadas, mobiliário adaptado, circulação facilitada.

Pessoas com deficiência Visual: Piso tátil., comunicação em Braile, agenda com voz, calculadora com voz, sinalizadora sonora, lentes de aumento, telefones com dígitos grandes, software de leitura de voz, ampliadores de tela de computadores.

Estas ações podem ser decisivas para garantir a chegada e a permanência saudável dos PNEs nas indústrias. É muito bom quando deparamos com experiências advindas dessa Lei que já traduzem boas práticas para o mercado. Atualmente podemos nos deparar com pessoas portadoras de nanismos (anões) trabalhando nos procedimentos de embarques nos aeroportos, com pessoas portadoras de deficiência mental nos servindo em redes de lanchonetes e parques de diversões, com a alta performance de portadores de deficiência visual trabalhando em laboratórios específicos, ou ter um Professor e Diretor de Faculdade de Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora como exemplo de carreira e de vida.

Confira no próximo Post o exemplo de duas empresas brasileiras que investem em seus programas de inclusão.

Crédito: artigo escrito por Ana Paula Arbache, sócia diretora da Arbache Consultoria e responsável pelas ações de gestão de pessoas, cidadania corporativa, sustentabilidade ética, social e ambiental.