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UFABC procura empresas para parcerias

A Agência de Inovação InovaUFABC, órgão da Universidade Federal do ABC, está cadastrando empresas interessadas em desenvolver cooperação tecnológica e projetos de empreendedorismo com a universidade. Para fazer a inscrição, basta preencher o formulário de manifestação de interesse.


Abimaq recebe evento de hidráulica e pneumática em setembro

A segunda edição do workshop Innovative Engineering for Fluid Power será realizada nos dias 2 e 3 de setembro, na Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – Abimaq, na cidade de São Paulo. Gratuito, o evento terá foco em aplicações aeronáuticas, veiculares e energéticas. Trata-se de iniciativa da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC, Universidade Federal do ABC – UFABC, Linköping University – LiU (Suécia), Centro de Pesquisa e Inovação Sueco-Brasileiro – CISB e Câmara Setorial de Equipamentos Hidráulicos, Pneumáticos e Automação Industrial da Abimaq. Para conferir a programação e fazer as inscrições, clique aqui. São 60 vagas.


ABC cria Núcleo Avançado de Inovação Setorial para ferramentaria

A Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC e o Arranjo Produtivo Local – APL de Ferramentaria do Grande ABCD criam o Núcleo Avançado de Inovação Setorial em Ferramentaria do Grande ABC – NAIS/Ferramentaria, que será um centro de inovação e prestação de serviços em modelagem 3D, simulação, projetos, design e prototipagem para atender as empresas do ABC e de outras regiões do Brasil. As companhias locais que aderirem ao programa serão beneficiadas com assessoria e preços diferenciados dos serviços prestados.

A agência buscará recursos com órgãos de fomento nacionais e internacionais e com a iniciativa privada. A estimativa é reunir de R$ 5 a R$ 6 milhões. Serão adquiridos computadores e softwares e contratados profissionais, pesquisadores e estudantes.

O NAIS/Ferramentaria deverá ser integrado por birô de engenharia localizado no Instituto Mauá de Tecnologia e por grupo de pesquisa e desenvolvimento tecnológico da Universidade Federal do ABC. As duas instituições assinarão convênio de cooperação em dezembro.

“O núcleo trabalhará dentro das universidades, o que o mercado não consegue fazer, com pesquisa avançada e mais agilidade no desenvolvimento de ferramentas”, disse Maurício Tomazetti, representante do APL de Ferramentaria do Grande ABCD. “Também financiará novos talentos dentro das universidades.”


UFABC lança Doutorado Acadêmico Industrial

Sempre em busca de formar parcerias com o setor produtivo, a Universidade Federal do ABC – UFABC apresenta uma nova opção que integra a universidade e empresas. Trata-se do projeto-piloto firmado entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq e a UFABC, chamado Doutorado Acadêmico Industrial – DAI. Nesse modelo, a tese tem início em um período vivido pelo doutorando em indústrias, com o objetivo de propor soluções para alguns problemas.

“A ideia surgiu da experiência acumulada durante os últimos anos, tanto no CNPq quanto na UFABC, apesar de haver muita necessidade para aproximar a universidade do setor privado, existem ainda poucas iniciativas concretas para esse fim”, disseram Armando Franco e Klaus Capelle, da Pró-reitoria de Pesquisa da UFABC.

O edital deve sair nas próximas semanas. São 20 vagas. O candidato passará por um processo seletivo cujas regras constarão no edital. Os processos normais incluem entrevistas, análise de currículos e análise dos projetos de pesquisa. Não é preciso ter mestrado para se inscrever, somente ter completado a graduação, e não há restrição quanto à área do projeto ou empresa. Os alunos não precisam ter formação específica em determinados cursos, mas ela deve estar compatível com as indústrias que procurarão.

Após aprovado, o estudante, em acordo com o supervisor acadêmico e o coordenador do DAI, fará a escolha das empresas a partir de uma lista de parceiras da UFABC. Para as indústrias, a única restrição para participar é contemplar um departamento de pesquisa, desenvolvimento e inovação.

O programa é estruturado em duas fases: pré-doutorado e doutorado. Na primeira etapa, o aluno faz estágio de até seis meses em uma a três empresas, em busca de um problema que seja relevante para a indústria e complexo o suficiente para ser digno de um doutorado. Em casos excepcionais e de acordo com empresa, estudante e universidade, podem ser considerados projetos do aluno ou da universidade propostos à indústria.

Na fase do doutorado, o problema escolhido será abordado com orientação de docente da universidade e supervisão de um representante da empresa. Essa etapa tem duração de até quatro anos, sendo prorrogável, em condições particulares, por mais dois anos. Em ambas as fases o doutorando contará com bolsa do CNPq com supervisão da UFABC.

Os frutos oriundos do projeto, sejam eles na forma de propriedade intelectual, produtos ou processos, serão compartilhados entre os conveniados. Os direitos intelectuais e sigilos comerciais da indústria serão preservados. Como o CNPq arcará com os custos das bolsas, ambas as fases serão realizadas sem ônus financeiro para as empresas.

“Esse programa possibilitará o acesso à pesquisa tecnológica para grande número de empresas da região do ABC e, possivelmente no futuro, do território nacional”, comentaram Franco e Capelle.

Em breve, mais informações em: http://propg.ufabc.edu.br/programas-de-pos-graduacao.html