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Textos com Etiquetas ‘válvulas’

Flutrol distribuirá com exclusividade no Brasil as válvulas e conexões Superlok

Especializada em soluções de alta pressão, a Flutrol está expandindo sua oferta de produtos, tornando-se distribuidora oficial, no Brasil, da marca internacional Superlok. Com rastreabilidade total de todos os componentes e intercambiabilidade com produtos de outros fabricantes, as válvulas e conexões Superlok são produzidas sob rígido controle de qualidade, desde a inspeção e especificação de matéria-prima, testes químicos, mecânicos, hidráulicos e pneumáticos até a inspeção final na expedição. .

O lançamento exclusivo para o mercado brasileiro das válvulas e conexões Superlok, pela Flutrol, ocorrerá durante a Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos – FEIMEC, de 3 a 7 de maio, e a 31ª Feira Internacional da MECÂNICA, de 17 a 21 de maio, ambas em São Paulo.

De atuação globalizada, fornecendo para países da Ásia, Oriente Médio, Europa e Américas, a Superlok  é certificada pela ASTM, ASME (tipo N) e DNV GL (antiga Germanischer Lloyd) e coleciona diversas premiações.

Para informações sobre os produtos Superlok, acesse: www.flutrol.com.br/Superlokbrasil


Novas tecnologias para incrementar o desempenho de máquinas e equipamentos

5, novembro, 2015 1 comentário

A seção especial da Revista NEI de novembro reúne novas soluções voltadas à automação hidráulica e pneumática – pesquisadas nos mercados nacional e internacional – que podem contribuir para aumentar a eficiência e a produtividade de processos industriais. São tecnologias que apoiam a automação industrial, hoje tão importante para permitir maior flexibilidade da produção, além de ganhos de qualidade, rapidez e segurança. A segurança, em particular, está ganhando destaque nessa área, já que cresce a demanda por produtos de segurança em sistemas pneumáticos e hidráulicos, como revela Guilherme Bezzon, docente de graduação e pós-graduação na área de engenharia de controle e automação e coordenador do curso de engenharia mecânica da Metrocamp, em Campinas-SP. Segundo o professor doutor, normas e padrões de segurança atuais exigem soluções inteligentes para elevar o nível de confiabilidade, o que requer cada vez mais a introdução de componentes e equipamentos que atuem para a prevenção de acidentes.

Exemplo de componente pneumático inovador em questão de segurança, citado pelo professor, é o tipo de válvula de alimentação progressiva e escape rápido com sistema de segurança veloz e efetivo, resultando em rápida despressurização da máquina por meio de processos confiáveis. Dessa forma, preservam-se os componentes e previnem-se acidentes no caso de uma parada de emergência em áreas críticas. O escape rápido e seguro da válvula garante que o sistema tenha sua alimentação de ar comprimido cortada em segundos, de maneira suave em sistemas de tubulação pneumática e dispositivos finais da indústria. O escape seguro também ocorre quando há falha da válvula.

Além da questão da segurança, que tem ganhado relevância na hidráulica e pneumática, outras tecnologias revelam avanços nessa área, como as que promovem a popularização de sistemas de monitoramento e controle, com o compartilhamento de informações via M2M (Machine to Machine)  e IoT (Internet of Things) – tudo para facilitar a análise e tomada de decisões. Podemos notar ainda, na sequência de produtos apresentados, soluções que mostram a incorporação cada vez mais frequente da eletrônica, proporcionando aumento significativo da precisão e repetitividade nas aplicações pneumáticas, bem como o uso de novos materiais, capazes de reduzir o peso e o tamanho dos componentes.

“A automação H&P é uma das principais e mais viáveis formas de modernizar os processos fabris, transformando máquinas e equipamentos antigos em sistemas de alta produção, com elevado desempenho e qualidade.” Esta afirmação é de José Eduardo May, presidente da Câmara Setorial de Equipamentos Hidráulicos, Pneumáticos e Automação Industrial – CSHPA, da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – Abimaq, e gerente da Metal Work Pneumática do Brasil. O presidente da CSHPA reforçou que em períodos de recessão os empresários buscam maior produtividade e redução de estoque, e a automação hidráulica e pneumática viabiliza essas ações, pois aumenta a disponibilidade dos produtos finais, ajudando a atingir novos mercados, inclusive o internacional, tendo em vista que o dólar atual está viável para isso; e elimina gargalos produtivos, que forçam o empresário a manter estoques.

De acordo com José Eduardo May – como em toda crise –, as criações, os desenvolvimentos e as readequações de antigos processos fabris ocorrem mais frequentemente. “A estabilização da economia está prevista a partir de 2016 e a melhora deve se iniciar no final do mesmo ano, por isso quem se preparou já começou a criar soluções para o segmento de automação H&P desde 2014; outros empresários esperaram um pouco para mudar e hoje passam por dificuldades”, comentou May. “Dedicação, atualização e inovação – essas três pequenas palavras farão toda a diferença nessa fase de crise”, finaliza o presidente da CSHPA.


Consumo de água da BCF Plásticos cai pela metade

Graças aos investimentos para economizar água, como a implementação de sistema de reúso da água, a troca das torneiras e válvulas por equipamentos mais econômicos, a ampliação da captação da água da chuva e a instalação de sistema eletrônico de controle de caixas e bombas, o consumo mensal para a fabricação dos produtos da BCF Plásticos, localizada em São Paulo-SP, caiu 50% e hoje fica em aproximadamente 35 m³ por mês, o que implica em 0,26m³ de água por tonelada de PVC processado. “Também fizemos uma ampla campanha interna”, contou Marco Antonio Capozzielli, diretor administrativo da empresa.

Capozzielli disse que as máquinas possuem sistema de reúso de água no processo de fabricação e basicamente a água reposta é somente a evaporada. “Nosso objetivo é tornar a empresa autossuficiente e imune a qualquer tipo de crise que possa surgir, ao mesmo tempo reduzimos custos e ajudamos o meio ambiente.”

 


AZ Armaturen investe 1,5 mi para evitar queda de energia em sua fábrica

Devido principalmente à insegurança com a energia gerada no País, podendo prejudicar a produção industrial, a AZ Armaturen do Brasil, fabricante de válvulas localizada em Itatiba-SP, investe 1,5 milhão na captação de energia por meio de gerador a diesel para toda sua planta fabril de 25.000 m² – produção, fundição, setores administrativos, enfim todas as áreas estarão ligadas ao gerador. Na segunda etapa, prevista para o final do ano, adotará gerador solar. A mudança conta com financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES.

Foto da Fábrica da AZ Armaturen do Brasil em Itatiba (SP)A fabricante trabalha com o projeto desde janeiro de 2015 e a intenção é terminar a primeira fase neste mês. Para isso, contratou uma empresa para executar a construção.

De acordo com o diretor Alexander Schmidt, não é possível prever um número exato da economia que será gerada, pois diariamente os valores da energia e diesel são alterados, mas a melhor forma de retorno financeiro é a normalidade da produção.

A princípio os geradores serão para uso próprio da empresa, porém, assim que permitido pela Portaria 44 da Aneel, é de interesse a venda da energia, a exemplo da matriz alemã.

Há 20 anos no Brasil a empresa de válvulas moderniza sua planta fabril, investindo em automatização da produção, readequação do projeto e construção de novos modelos de válvulas. De acordo com Luiz Fernando Santos, gerente de vendas da filial brasileira, os investimentos possibilitaram o lançamento de válvulas macho com tampas conforme a norma ISO 5211.

Outra novidade é a abertura de um escritório em Lima, no Peru. Esse é o primeiro escritório aberto no exterior pela divisão brasileira, responsável pelas operações da multinacional alemã na América Latina.


As novas tecnologias que estão contribuindo para aumentar a eficiência da Hidráulica e Pneumática

Atualmente em toda a indústria busca-se maior eficácia com redução de custos. Houve um período em que a produtividade era o foco, porém atender a demanda já não é mais suficiente. É preciso investir no desenvolvimento técnico de materiais, desenhos e/ou sistemas que resultem em produtos com melhor desempenho. No setor de hidráulica e pneumática não é diferente, afirmou Álvaro Camargo Prado, mestre em engenharia mecânica, com experiência em automação hidráulica e pneumática, e professor do Centro Universitário da FEI e Faculdade de Tecnologia de São Paulo – Fatec. Nessa área, segundo ele, há duas novidades: aumento dos controles eletrônicos em bombas e válvulas e atuadores hidráulicos com sensores de proximidade incorporados, que eliminam a necessidade de instalação na máquina, que muitas vezes trabalha em condições adversas de temperatura, umidade e outras.

Há ainda novas possibilidades de substituir efeitos de controles proporcionais por tecnologias mais simples, com resultados próximos e custos menores, completou o docente. Um exemplo é a troca das válvulas proporcionais por válvulas com solenoides de alta frequência de acionamento. Prado disse que há pesquisas sobre o tema em universidades brasileiras.

Mila Avelino, doutora em engenharia mecânica e professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, acrescentou que a hidráulica e a pneumática têm recebido crescente atenção por parte da comunidade científica, resultando em inovações. “Entre as mais recentes ressalto a dimensão reduzida dos sistemas”, comentou Mila. “A oferta de microdispositivos tem crescimento exponencialmente.”

Bombas hidráulicas e válvulas de controle de vazão em pequena escala são alguns exemplos, citados pela docente, empregados nos setores industriais, como têxtil, agrícola, farmacêutico e de petróleo. Como curiosidade, contou que, para doenças localizadas, os tratamentos podem ser potencializados com o uso desses microequipamentos que permitem a liberação dos medicamentos somente na área afetada.

A eletrônica tem se mostrado grande aliada da hidráulica e pneumática, permitindo a realização de tarefas complexas com controle de alta precisão. Entretanto, segundo a professora, se por um lado os dispositivos de controle eletrônico se apresentam como solução para tarefas complicadas, tem de se ressaltar os efeitos indesejados gerados pelos campos eletromagnéticos e sua interferência no funcionamento dos instrumentos, prejudicando funções de leitura e medição, por exemplo. “É preciso ampliar o entendimento da física envolvida nos fenômenos de natureza eletromagnética”, ressaltou Mila. “Esse tema já é pesquisado no Brasil e mundo.”

De acordo com Prado, o Laboratório de Sistemas de Hidráulica e Pneumática – Laship da Universidade Federal de Santa Catarina é o maior polo de pesquisas do setor no Brasil, sempre apoiando as indústrias em busca de soluções. “No exterior, existe muito estudo na Europa e há uns dez anos a China investe pesado na área”, destacou o professor.

Números do setor

Em julho de 2014, a área de hidráulica e pneumática apresentou faturamento nominal acumulado de 9,4% superior ao mesmo período do ano passado. A média do Nível de Utilização da Capacidade Instalada de janeiro a julho deste ano foi de 66,5%. Quanto ao nível de emprego, os sete primeiros meses do ano tiveram aumento em relação aos mesmos meses de 2013, com exceção de abril. Os dados são da Câmara Setorial de Equipamentos Hidráulicos, Pneumáticos e Automação Industrial – CSHPA da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – Abimaq.

De janeiro a julho de 2014, o País exportou US$ 57 milhões e, nos mesmos meses de 2013, pouco mais US$ 58 milhões, registrando queda de 2%, sendo os maiores compradores deste ano Estados Unidos, Argentina, México, Alemanha e França. Quanto às importações do período, totalizaram US$ 398 milhões, contra US$ 440 milhões de janeiro a julho de 2013, apresentando redução de 9,7%, sendo os principais vendedores de 2014 Estados Unidos, Alemanha, Japão, China e Itália.

 

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Sauer-Danfoss é vendida integralmente para a Danfoss

A dinamarquesa Danfoss compra 100% da Sauer-Danfoss, empresa de componentes e soluções óleo-hidráulicas e eletrônicas para equipamentos do mercado móbil, batizada de Danfoss Power Solutions.

As mudanças ocorrem na identidade visual. No Brasil, a localização continua em Osasco-SP, na mesma planta da Danfoss. Quanto às vendas, o cenário de operações permanece o mesmo, sem modificações no quadro organizacional e no portfólio.

Dentre as soluções oferecidas pela Danfoss Power Solutions, com mais de seis mil colaboradores globais, há transmissões hidrostáticas, eletrônica, motores orbitais, direções hidrostáticas e válvulas LS proporcionais compensadas PVG.

A integração da divisão de hidráulica móbil da Sauer-Sundstrand pela Danfoss começou em 2000, quando a empresa adquiriu parte do capital aberto. Fundada em 1933 em Nordborg, na Dinamarca, atualmente a Danfoss emprega cerca de 23 mil pessoas e comercializa produtos em mais de 100 países. No Brasil, a empresa iniciou suas operações em 1968.


R$ 50 mi são investidos na nova fábrica da KSB Brasil

Em 18 de abril será inaugurada a nova unidade fabril da KSB Brasil em Jundiaí (SP). O investimento inicial foi de R$ 50 milhões para a aquisição do terreno de 103 mil m2, a construção de dois prédios que somam 11.250 m2 e a compra de novos maquinários. Além da KSB Válvulas, a nova área industrial receberá a unidade de bombas standard, instalada em Vinhedo (SP).

Hoje, 80% das vendas da KSB Válvulas – modelos tipo gaveta, esfera, globo, borboletaretenção, além de atuadores pneumáticos – são representadas por produtos para o setor de óleo e gás. Os outros 20% são válvulas industriais, standard e serviços. “Vamos diversificar e revigorar nosso atendimento aos setores de açúcar e álcool, papel e celulose, mineração e indústria em geral”, disse Igor Nelsen, diretor executivo da divisão.

A KSB Brasil adquiriu o negócio de válvulas da IVC S/A Indústria de Válvulas e Controles em outubro de 2005, constituindo a KSB Válvulas Ltda. Por oito anos, usou as antigas instalações da IVC em Barueri (SP), no complexo industrial Tamboré.


Grupo Micromazza inaugura laboratório técnico para testar válvulas

A Micromazza, fabricante de válvulas, cabeças de produção e atuadores, inaugurou no último dia 10 seu laboratório técnico dedicado para testes de resistência ao fogo e ciclagem de válvulas. O objetivo é testar e garantir a qualidade de suas válvulas.

Em uma área de 450 m², o novo laboratório, que recebeu R$ 995.000,00 em investimentos, conta com 25 profissionais qualificados. Dispõe de centro de teste de válvulas composto por duas câmaras para ciclagens de baixa e alta pressão/temperatura, dispositivos para medição de torque de acionamento, compressores de alta pressão, painel de testes, sistema de aquisição de dados de alta precisão e câmara equipada para realização de testes fire safe.

Segundo a Micromazza, esse laboratório contribuirá para a conquista das fases 2 e 3 do projeto NBR 15827 e para a continuidade da certificação fire safe para toda a linha de válvulas de esfera.

Químico, petroquímico, gás, sucroalcooleiro, siderúrgico, mineração e papel & celulose são os principais setores atendidos pela empresa.


Vídeo: empresa italiana de automação pneumática inaugura unidade no País

Pneumax iniciou suas operações no Brasil com o recente lançamento de uma planta em São José dos Pinhais, no Paraná, visando atuar também no Mercosul. A fabricante italiana de produtos para o mercado de automação pneumática tem em seu portfólio válvulas, microválvulas, conexões, cilindros, acessórios e outras peças.

Por enquanto, toda a produção é feita na Itália, pois as instalações brasileiras só devem estar em operação plena dentro de quatro anos. Em 2012 a empresa participou pela primeira vez da Feira Internacional da Mecânica, que ocorreu de 22 a 26 de maio, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.

Abaixo, assista a entrevista com Pedro Kukul Netto, gerente comercial da Pneumax Group.


Empresa italiana de automação pneumática inaugura unidade no País

A Pneumax iniciou suas operações no Brasil com o recente lançamento de uma planta em São José dos Pinhais, no Paraná, visando atuar também no Mercosul. A fabricante italiana de produtos para o mercado de automação pneumática tem em seu portfólio válvulas, microválvulas, conexões, cilindros, acessórios e outras peças.

Por enquanto, toda a produção é feita na Itália, pois as instalações brasileiras só devem estar em operação plena dentro de quatro anos. Em 2012 a empresa participou pela primeira vez da Feira Internacional da Mecânica, que ocorreu de 22 a 26 de maio, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.