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Exportação de agosto é histórica: 64 mil veículos

7, setembro, 2013 Deixar um comentário

O resultado representou um aumento de 28,4% frente a agosto de 2012, segundo dados da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores – Anfavea. Na comparação com o mês anterior, houve aumento de 22,1%. Entre automóveis, caminhões e ônibus, foram 64.071 unidades exportadas, somando US$ 1,67 bilhão, sendo o melhor agosto da história – em termos de exportações. “O aumento das exportações se deve não por ganho de competitividade, mas pelo crescimento dos mercados para os quais exportamos”, avaliou Luiz Moan, presidente da Anfavea.

Exportação em alta. No acumulado entre janeiro e agosto, as exportações cresceram 28,4% ou 84,7 mil veículos a mais vendidos para fora do Brasil. Automóveis e comerciais leves são responsáveis por 77,8% do volume total. Segundo a Anfavea, a indústria automobilística deve exportar 20% mais em 2013 na comparação com 2012.

Empregos. Ainda de acordo com o presidente da Anfavea, em agosto foram gerados 500 postos de trabalho na comparação com julho, fechando o mês em 154,5 mil profissionais. A previsão é de estabilidade dos empregos no setor.


Fiat fará investimentos em Minas Gerais, com contratação de quase mil profissionais

O Grupo Fiat aplicará R$ 265,5 milhões em novos projetos em Minas Gerais. A previsão é de que sejam gerados 969 empregos até dezembro do ano que vem. Desses, R$ 153,1 milhões serão financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, sendo R$ 146,1 milhões para a Iveco Latin America e R$ 7 milhões para a Fiat Automóveis.  

Os recursos para a Iveco serão destinados à modernização e adaptação da fábrica para produção de veículos militares, lançamento de novas versões de veículos comerciais, construção de pistas de testes e investimentos em pesquisa e desenvolvimento.

Já o valor direcionado à Fiat Automóveis será utilizado no desenvolvimento de um novo motor a etanol em Betim, que visa diminuir perdas e nível de ruído. Também deverá aproveitar a energia dos gases do escapamento. A meta da empresa é produzir, até o fim do ano que vem, dois protótipos. Destinados aos carros médios e populares, os novos propulsores devem chegar ao mercado em 2016.

O financiamento também contemplará a realização de dois projetos sociais em Sete Lagoas-MG: um curso de preservação ambiental e outro de marcenaria.


Começam em MG as operações da primeira fábrica da Iveco de veículos de defesa fora da Europa

A Iveco inaugura no País neste mês sua primeira fábrica de veículos de defesa fora do continente europeu e será a base de exportação para a América Latina. Está localizada no Complexo Industrial da Iveco, em Sete Lagoas–MG, em área de 30 mil m2, com 18 mil m2 construídos. A unidade é responsável pela produção dos veículos blindados VBTP-MR, conhecidos como Guarani, frutos da parceria da empresa com o Exército Brasileiro.

Operando com capacidade máxima, a planta poderá entregar mais de 100 veículos blindados por ano, com previsão de chegar a 200, e empregará 350 pessoas, além de gerar 1.400 postos de trabalho indiretos.

Para o desenvolvimento e a fabricação inicial do Guarani, a companhia celebrou contratos com o Exército Brasileiro de R$ 282 milhões e investiu R$ 55 milhões, empregados também na construção da fábrica. O montante resultou em uma estrutura concebida nos conceitos de Lean Manufacturing, com ênfase na organização do processo produtivo, layout da planta e eliminação de desperdícios.

“Estamos prontos para iniciar já neste ano a busca pela certificação em World Class Manufacturing, conjunto de padrões de excelência em processos produtivos e da adoção das melhores práticas de trabalho”, disse Paolo del Noce, diretor de Veículos Especiais da Fiat Industrial Latin America.

Segundo a fabricante, o VBTP-MR é capaz de transportar até 11 pessoas. Com índice de nacionalização superior a 60%, incluindo trem de força e chassi, tem tração 6×6 e é impulsionado pelo motor diesel Cursor 9, da FPT Industrial, com 383 cv de potência máxima. Conta com transmissão automática, capacidade anfíbia, sistema automático de detecção e extinção de incêndio com oito extintores, operação noturna de série, GPS, ar-condicionado e proteções balística e antiminas. Tem peso bruto total de 18 toneladas e as dimensões básicas são 6,91 m de comprimento, 2,7 m de largura e 2,34 m de altura, o que o permite ser transportado pela aeronave KC-390, da Embraer.

O novo veículo é a plataforma-base de uma família de blindados médios de rodas que poderá ter até mais dez versões diferentes, incluindo veículos de reconhecimento, socorro, posto de comando, comunicações, oficina e ambulância.


SKF cria no País seus primeiros rolamentos de acordo com o Inovar-Auto

Dois rolamentos de roda de segunda geração acabam de ser desenvolvidos pela SKF para abastecer a linha de produção de duas fabricantes de veículos instaladas no País. O projeto, inédito na subsidiária brasileira, contou com investimentos de cerca de R$ 5 milhões. As primeiras peças serão produzidas no final do primeiro semestre deste ano e devem ajudar as montadoras a se adequarem às exigências do Inovar-Auto.

Toda a produção estará concentrada no Complexo Industrial de Cajamar, no interior de São Paulo, para equipar plataformas de veículos de passageiros leves e comerciais leves. A previsão da companhia é atingir a marca de 600 mil rolamentos para as duas linhas no primeiro ano de produção e 1 milhão de peças a partir do segundo ano.

“Trata-se de um momento histórico para a empresa. O desafio era desenvolver localmente os primeiros rolamentos de roda que abastecerão duas montadoras”, contou Fabrício Teixeira, gerente de Engenharia de Aplicação da SKF do Brasil.

Segundo a companhia, os rolamentos são mais leves, resistentes, geram menos atrito e possuem vida útil longa. “Conseguimos aumentar em 30% a vida útil desse conjunto. Outro ganho foi o peso, reduzido-o em cerca de 9%. A utilização de simulações numéricas foi fundamental para alcançar essas melhorias, impactando positivamente na redução do consumo de combustível e emissão de CO2 dos veículos”, explicou o engenheiro.

Outra vantagem tecnológica está relacionada à segurança e à obrigatoriedade de novos componentes. Esses rolamentos contarão com o sistema ABS integrado, que será obrigatório em todos os carros produzidos a partir de 2014.

O projeto, desenvolvido pela equipe de engenharia local, levou dois anos para ser concluído passando por etapas como definição do escopo do trabalho, cálculos dimensionais e desenhos, produção de protótipos, testes de bancada nos laboratórios da SKF dos EUA e Alemanha e adaptação de canal de produção no Brasil.


Novo aço deve reduzir até 17% o peso de veículos

Nissan

O Advanced High Tensile Strength Steel – AHSS, que promete ser mais leve e resistente, será utilizado pela Nissan em seus veículos. Segundo a empresa, o novo aço, que possui 1,2 GPa (unidade de medição da resistência à tensão), diminuirá até 17% o peso final dos carros. A companhia acrescentou que o AHSS tem alta capacidade de moldagem e alto índice de elasticidade, permitindo que seja utilizado em componentes com formatos complexos. O material foi desenvolvido em parceria com a Nippon Steel & Sumitomo Metal Corporation e a Kobe Steel, Ltd.

O novo aço representa significativa diminuição na quantidade de material utilizado em um veículo. Assim, haverá redução no custo total de produção por unidade, informou a companhia.

A Nissan declarou que será a primeira fabricante de automóveis a utilizar em larga escala esse aço na produção de partes estruturais (prensadas a frio). O primeiro modelo com essa tecnologia é o Infiniti Q50, que será vendido no Brasil a partir do fim do ano que vem. Os automóveis começarão a ser fabricados com a nova liga metálica em 2017.


Empresa investe R$ 9,2 mi para produzir rolamentos para veículos pesados no Brasil

A SKF do Brasil inaugura no País sua primeira linha de fabricação de rolamentos para veículos pesados. A nova área, instalada no complexo industrial de Cajamar (SP), produzirá 1,8 milhão de unidades por ano. Foram investidos R$ 9,2 milhões.

“Existe a possibilidade de exportarmos para mercados da América Latina e Ásia, incluindo a China. Com esse novo canal, deixamos de importar rolamentos da Alemanha, Índia, Polônia e França”, disse Murilo Fonseca, diretor de vendas automotivas da SKF do Brasil. De acordo com ele, a expectativa é de que em 2013 a área esteja com 60% de sua capacidade ocupada. “A intenção é chegar a 80% do limite em 2014”, prevê.

Essa é a segunda rodada de investimentos da companhia no mercado brasileiro em um ano. Em outubro de 2011 foi inaugurada a segunda unidade industrial no País, também no complexo industrial de Cajamar, destinada à produção de rolamentos de roda de segunda geração (HBU2), todos com sensores de ABS.

No Brasil, a empresa comercializa rolamentos unitizados de roda, rolamentos de embreagem, vedações e outros produtos voltados ao segmento de caminhões, ônibus e implementos rodoviários.


BMW terá fábrica no Brasil

A montadora de automóveis alemã BMW começará a produzir carros no Brasil no final de 2014 em fábrica a ser instalada no município de Araquari, em Santa Catarina, que deverá gerar cerca de mil empregos diretos. Ian Robertson, vice-presidente de vendas e marketing da companhia, explicou que a empresa oferecerá capacitação para os empregados locais, com treinamentos nas unidades da Alemanha e de outros países.

O investimento previsto na fábrica é de 200 milhões de euros e a previsão é de que sejam montados até 30 mil veículos por ano. Serão produzidos inicialmente utilitários pequenos, mas outros modelos podem ser incorporados. “A produção seguirá a demanda. À medida que o modelo se mostrar mais pertinente para o País, a fabricação será uma consequência”, comentou Robertson. Completou dizendo que o mercado de carros de luxo no Brasil, que hoje significa 1% do total, tem grande potencial de crescimento. Robertson afirmou que a produção estará de acordo com o novo regime automotivo implementado pelo governo brasileiro.

Segundo Robertson, Araquari foi escolhida por causa da logística local, além da força de trabalho qualificada. Raimundo Colombo, governador de Santa Catarina, disse que a empresa terá incentivos fiscais, que serão firmados em breve.

Fonte: com informações Agência Brasil.


Inscrições para a pós Projetos de Sistemas Digitais Embarcados vão até o dia 14

Voltada a engenheiros elétricos e da computação e cientistas da computação, a especialização Projetos de Sistemas Digitais Embarcados, promovida pela SAE Brasil, começa em 15 de setembro e recebe inscrições até a véspera. Com duração de dois anos, 376 horas/aula, será dividida em cinco módulos: técnicas de programação avançada, arquitetura de computadores embarcados, sistemas operacionais, protocolos de comunicação e engenharia de sistemas.

As aulas serão quinzenais: aos sábados, das 9 às 18 horas, com opção presencial, na sede da SAE Brasil (Av. Paulista, 2.073, Edifício Horsa II, conjunto 1.003, 10º andar, São Paulo); ou ao vivo pela internet.

Hayram Nicácio, coordenador pedagógico da especialização e consultor de sistemas digitais embarcados, destacou que projetos de eletrônica embarcada ainda não são desenvolvidos no Brasil. “A maioria é feita no exterior e adaptada para os veículos nacionais.”

Com o novo regime automotivo brasileiro e leis de segurança veicular em discussão no Brasil, como a exigência de freios ABS e airbag, o mercado nacional precisará de profissionais que saibam criar projetos eletrônicos.


Empresa de SC produz sistema de exaustão para veículos pesados conforme Proconve P-7

Os novos veículos a diesel de carga ou passageiros, desde 1º de janeiro, devem obedecer às exigências da fase P-7 do Programa Nacional de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores – Proconve, do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), equivalente à norma europeia Euro V. Para atender as novas regras, a Tuper, localizada em Santa Catarina, iniciou a fabricação de sistemas para pós-tratamento que possibilitam reduzir 60% da emissão de óxido de nitrogênio e 80% de outros gases.

Para isso, o investimento chegou a R$ 24 milhões. A empresa introduziu uma linha robotizada em sua fábrica, ampliou em mais de quatro mil m2 sua unidade de sistemas de exaustão e fez parceria com companhias estrangeiras. Além dos robôs, adquiriu prensas, calandra com comando numérico, máquina de solda a Laser e uma máquina que possibilita que cada conversor catalítico seja produzido de acordo com as dimensões do monolito cerâmico, que é montado dentro do catalisador.


Brasil pode se tornar 3° maior mercado automobilístico em 2016

11, janeiro, 2012 Deixar um comentário

Executivos de empresas automobilísticas do mundo acreditam que o Brasil chegará em 2016 disputando a terceira posição no ranking dos maiores mercados automobilísticos do mundo. É o que revela a “Pesquisa Global do Setor Automobilístico”, realizada pela KPMG International.

A pesquisa, que contou com a participação de 200 executivos de várias partes do mundo, mostra também que a expectativa é a de que até 2017 o Brasil esteja exportando mais de 1 milhão de veículos ao ano. As vendas externas brasileiras em 2011 ficaram em torno de 540 mil unidades, de acordo com a Anfavea.

BRICs com 40% do mercado em 2016

Com a China liderando o mercado automobilístico, e Brasil e Índia em franco crescimento na disputa pelo terceiro posto do ranking global, as perspectivas são de que em 2016 os países do BRIC (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China) detenham mais de 40% do market share mundial, segundo a pesquisa.


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Outro tema abordado no levantamento está ligado à mobilidade urbana nas grandes cidades do mundo. Em relação a este assunto, os pesquisados avaliam que o mercado precisa estar atento a uma mudança significativa que tende a ocorrer, em que o conceito de propriedade de veículos tenderá a migrar ao de uso, tendo em perspectiva a evolução e consolidação do uso compartilhado de automóveis como uma resposta a questões ambientais, sociais, de mobilidade e de restrição de espaços vinculadas à consolidação das megacidades.

Segundo indicações de 42% dos executivos brasileiros entrevistados, o Brasil tem grande potencial para o chamado mercado de mobility services (que inclui a o uso compartilhado de veículos), pois estimam que mais de 25% dos habitantes do país devem estar usando tais serviços em 2026.